Sejam Benvindos ao Blog Estudos Diplomáticos !

Este espaço foi criado para reunir conhecimentos acadêmicos e informações relacionadas ao Concurso para ingresso no Instituto Rio Branco.



segunda-feira, 8 de março de 2010

Curso de Inglês: Questões Referentes à Vídeo-Aula nº 2


Conforme assinalado, seguem os exercícios referentes ao Curso de Inglês. É aconselhável que sejam revistas as vídeo-aulas. Os exercícios abaixo correspondem à video-aula nº 2, que tratou do " Present Continuous". É sempre bom lembrar que não era nosso objetivo inicial a postagem deste tipo de material. Porém os planos foram reformulados pois vários candidatos solicitaram, tanto por e-mail, quanto nos comentários ao BLOG. As vídeo-aulas aqui postadas tentam responder às demandas da Primeira Fase (TPS), que apresenta questões objetivas e de nível de conhecimento básico, tendo segundo o Guia de Estudos (2010), os seguintes objetivos :
1. Compreensão de textos escritos em língua inglesa.
2. Itens gramaticais relevantes para compreensão dos conteúdos semânticos.


Inglês – Exercícios da Vídeo-Aula 02



Present Continuous e Pronomes Objeto.
Assista novamente a vídeo-aula nº 2 do curso de inglês. Lembrando que o “present continuous” é basicamente um tempo verbal que descreve uma ação que está se processando no momento .

Example:
Diálogo (01 moça e 01 senhora por telefone)
a) Hello.
b) Hi, Mandy. This is Lucy.
a) Hi, Lucy ! How are you doing ?
b) I’m fine ! How are my wonderful grandchildren ?
a) They’re ok. Norma’s working in Boston and Sam’s teaching
private lessons.
b) Great ! And how is Carol ?
a) She’s at school. I think she’s studying computer science right
now .
b) Is my son, Pete there ? Is he watching TV ?
a) Well, he’s here but he’s not watching TV.
b) Oh ! What’s he doing ?
a) He’s doing the laundry right now .
b) But that is a woman’s job ! And What are you doing ?
a) Me? I am doing the taxes.
b) The taxes ! But that’s a man’s job !
Forme frases no present continuous de acordo
com o diálogo e usando as palavras dadas:
Mandy and Lucy / talk about / the children
_________________________________________________________
Mandy / ask about / Pete
_________________________________________________________
Pete / do / taxes
_________________________________________________________
Escolha a melhor alternativa de acordo com o
diálogo.
1) Lucy e Mandy são :
a) Sogra e nora respectivamente.
b) Nora e sogra repectivamente.
c) Mãe e filha respectivamente.
d) Filha e mãe respectivamente.
2) Pete é provavelmente :
a) Pai da Lucy.
b) Pai da Mandy.
c) Marido da Lucy.
d) Marido da Mandy.
3) Pete está :
a) Lavando a louça.
b) Lavando a roupa.
c) Calculando os impostos.
d) Assistido TV.
4) Norma, Sam, e Carol estão:
a) Em casa.
b) Ajudando Pete.
c) Ajudando Mandy.
d) Fora de casa.
5) Lucy acha que :
a) Mandy e Pete formam um casal moderno.
b) Mandy e Pete estão com problemas conjugais.
c) Mandy e Pete estão com papeis invertidos.
d) Mandy e Pete são excelentes no que fazem.
6) Norma, Sam e Carol provavelmente são:
a) Filhos da Lucy.
b) Netos da Mandy.
c) Netos da Lucy.
d) Irmãos do Pete.
7) Entre Norma, Sam e Carol é provavelmente verdadeiro que :
a) Norma seja estudante.
b) Sam seja estudante.
c) Carol seja estudante.
d) Carol seja professora.





Respostas
Forme frases no present continuous de acordo
com o diálogo e usando as palavras dadas:
Mandy and Lucy / talk about / the children
Mandy and Lucy are talking about the children.
Mandy / ask about / Pete
Mandy is not talking about Pete.
Pete / do / taxes
Pete is not doing the taxes.
Escolha a melhor alternativa de acordo com o
diálogo.
8) Lucy e Mandy são :
e) Sogra e nora respectivamente.
9) Pete é provavelmente :
g) Marido da Lucy.
10) Pete está :
f) Lavando a roupa.
11) Norma, Sam, e Carol estão:
e) Em casa.
h) Fora de casa.
12) Lucy acha que :
g) Mandy e Pete estão com papeis invertidos.
13) Norma, Sam e Carol provavelmente são:
g) Netos da Lucy.
14) Entre Norma, Sam e Carol é provavelmente verdadeiro
que :
g) Carol seja estudante.

sábado, 6 de março de 2010

Vote na ENQUETE!


Se você nos acompanha na qualidade de seguidor, ou nos acessa diariamente apenas para baixar materiais aqui postados, participe da enquete ao final desta página. Será com base nesta pesquisa que programarei nossas próximas atividades. No momento que escrevo, nosso contador de visitas contabiliza cerca de 2.000 acessos em 2 semanas. Nossa enquete permanece no ar por mais de 25 dias, e contamos menos de 50 votos! Custa apenas um "Clic"... Colabore! Então que tal, agora, participar e votar?

sexta-feira, 5 de março de 2010

Política Internacional: Quinhentos Anos de Periferia (Parte VI)

(Continução...)

4. Reivindicações de autonomia local em Estados Unitários (Reino Unido e Espanha) e Federais (Canadá). Países Ocidentais tão distintos como a Inglaterra, a Itália, a Espanha e o Canadá tem sido alvo de uma maior reivindicação de autonomia local e até de separatismo, pretensões que se fundamentam na percepção, e de acordo com o autor, também na realidade de opressão de certas nacionalidades por outras dentro do mesmo Estado Nacional, devido ao processo de formação histórica ou de concentração de poder econômico. Tal situação levou inicialmente, escreveu Samuel Pinheiro, a um esforço ideológico de valorização das identidades culturais, étnicas e religiosas que puderam emergir ao campo da reivindicação política na medida em que o conflito Leste-Oeste reduziu a convicção e a possibilidade de imposição da prioridade da unidade nacional sobre os particularismos locais e em que a nova força ideológica do individualismo e da democracia triunfantes legitimou e incentivou as reivindicações locais de autonomia política.
5. O enfraquecimento, por influência externa deliberada, daqueles que eram chamados New Industrializing Countries, depois mercados emergentes. No contexto de diversos fenômenos distintos, como a ofensiva ideológica radical do neoliberalismo, a luta contra os regimes militares e as campanhas pelos direitos humanos, os Estados, mas não os governos e as elites, foram identificados na América Latina como os culpados pelo atraso e estagnação econômica, autarquia, desigualdades econômicas, injustiça social, opressão política e conflitos e tensões entre Estados. Para Samuel Pinheiro Guimarães, tornou-se moda e convicção generalizada advogar a redução acelerada da dimensão e dos poderes do Estado, o seu downsizing, de acordo com a idéia de que a soberania nacional e os projetos nacionais seriam idéias ultrapassadas na nova ordem da globalização, dos mercados livres e da democracia. Cumpre ainda acrescer, pela lavra do autor, que apesar do êxito temporário em controlar os processos inflacionários, a realidade é que as disparidades econômicas e sociais da América Latina se agravaram na década de 90, durante a imposição dos programas econômicos de ajuste estrutural com base na filosofia neoliberal, a qual incluiu a redução e desarticulação de Estados que, já eram fracos e tinham dificuldade em cumprir suas funções essenciais. A fragilidade interna dessas sociedades somente aumentou devido ao agravamento das disparidades, enquanto que as vulnerabilidades externas se acentuaram. Mas não somente os latinos americanos sofreram tal impacto. A partir de 1998, os Estados asiáticos, que até então eram classificados pelos países desenvolvidos, agências internacionais e meios de comunicação como “tigres”, ou outras denominações, como modelos para os países subdesenvolvidos, passaram a ser acusados de corrupção, autoritarismo e violação dos direitos humanos. Na opinião do autor, existem elementos de verdade na descrição neoliberal da América Latina e Ásia, porém, o detalhe é que os elementos negativos foram omitidos durante anos, tanto em um caso, como no outro.
6. A desintegração de Estados e a anomia de certas sociedades. Nas palavras de Samuel Pinheiro Guimarães, a anomia e o caos político em países africanos decorre da arbitragem das fronteiras coloniais que foram mantidas pela ONU ao reconhecer a independência dos novos Estados africanos e da extrema inconveniência de, naquele momento, examinar qualquer hipótese de
correção de fronteiras para acomodar as etnias divididas pelos regimes coloniais.
(Continua...)

Técnicas de Estudo e Preparação: O PLANO DE ESTUDO

O Plano de Estudo


quinta-feira, 4 de março de 2010

Curso de Inglês: 17 - If Clauses


If Clauses



Logo, disponibilizaremos os exercícios e os gabaritos das lições 01 a 16.

terça-feira, 2 de março de 2010

Política Internacional: Quinhentos Anos de Periferia (Parte V)


(Continuação...)


Passamos então ao segundo dos cinco grandes processos considerados mais relevantes, pela lavra de Samuel Guimarães, onde as estruturas hegemônicas , atuando no cenário internacional, desenvolvem suas estratégias de preservação e expansão de poder. Trata-se da reorganização territorial e de soberania. Para o autor, a despeito dos argumentos sobre o gradual desaparecimento do Estado e de sua substituição por organizações não-governamentais ou pelas grandes empresas transnacionais, o fato é que o Estado foi, é e continuará a ser o principal ator do sistema internacional. Mesmo na hipótese, remota, da constituição de uma economia global e de um sistema político universal que a ela correspondesse, o Estado continuaria a existir, ainda que na forma de Estado mundial. O autor chama a atenção para o fato que Organizações não-governamentais não têm legitimidade, nem representatividade nem poder para exercer as funções típicas do Estado, que seriam, legislar, executar, dirimir e punir. As corporações multinacionais também não possuem tais atributos, nem isoladamente, nem como grupo. As organizações civis e as corporações econômicas influenciam o processo de criação e de execução de normas devido ao poder de mobilização de opinião pública das primeiras, ou pelo exercício do poder econômico que as segundas detêm. Todavia, elas jamais poderiam vir a substituir o Estado em suas funções específicas. Na realidade, o único bloco econômico com algumas características políticas e capacidade de se transformar em um Estado é a União Européia; neste caso, vários Estados Nacionais vêm cedendo parcelas de sua soberania a um novo Estado Supranacional. Os Estados Nacionais, não importando quanto possam desagradar a alguns, são uma criação necessária e irremovível da sociedade e exercem um papel crucial no presente momento histórico, não obstante no tocante aos aspectos da reorganização territorial e de soberania, vários processos estejam em gestação, sendo que em nenhum momento apontam para o fim do Estado enquanto instância político-social, sendo estes:
1. O fortalecimento de certos Estados Nacionais, como os EUA. O fortalecimento desse super-Estado norte-americano, escreveu Samuel Guimarães, se exerce por meio de sua crescente capacidade de projeção de força política, econômica e militar, direta ou indiretamente, através de organismos internacionais como a ONU, OTAN, OMC, FMI e o Banco Mundial. Revelador, é que nenhum analista que anuncia o “fim do Estado Nacional”, seja ele norte-americano ou não, ocorre imaginar ou mesmo sugerir que o Estado Norte-Americano esteja em vias de desaparecimento.
2. A emergência de novos Estados, só a curto prazo são considerados supranacionais, como a União Européia . O processo de criação da União Européia resulta de um projeto político, econômico e militar que se afirma depois das conseqüências desastrosas da 2ª GM. Em termos econômicos, esse projeto correspondeu à meta de atingir maior eficiência econômica, vale dizer eficiência na alocação de recursos e instalação de unidades de produção de maior escala, incluídas as áreas científica e tecnológica, atividades que devem contar com mercados iniciais garantidos, mais amplos e estáveis em termos de regulamentação jurídica das atividades econômicas. Em termos políticos, foi a correta compreensão do funcionamento dos mercados e das estruturas políticas mundiais que conduziu os governos europeus à necessidade e à oportunidade da criação de um novo Estado “nacional” europeu que permitisse recuperar a influência econômica e política da Europa no sistema internacional e nele melhor defender seus interesses, objetivo a longo prazo, que defende o autor, sempre esteve claro e presente na criação da Comunidade Européia do Carvão e do Aço, nos Tratados de Roma e Maastricht. Tal processo atinge em 1999 o marco político e econômico crucial da criação da moeda única, seguido da construção de políticas externa e de defesa comuns e a consolidação dos organismos supranacionais, como o Parlamento Europeu, a Comissão Européia e a Corte de Justiça.
3. A reorganização territorial, no sentido da desintegração, como nos casos da União Soviética, Iugoslávia e Tchecoslováquia. Resultou dos desequilíbrios e tensões gerados pela tentativa de modernização das estruturas políticas e econômicas do “socialismo real”, ou “socialismo de Estado”, o qual revelou dificuldades extraordinárias para enfrentar a corrida armamentista, tecnológica e econômica com os Estados Unidos devido à velocidade das transformações no sistema americano, decorrentes da introdução, em larga escala, em todos os setores, das tecnologias baseadas na microeletrônica. Não obstante, a idéia de que a transição das economias socialistas para o capitalismo tem necessariamente de passar por tais fases de desequilíbrio social e econômico, o que justificaria a situação da Rússia como inevitável, é contrariada pela evolução política e econômica da China, que demonstra, cabalmente para o autor, a possibilidade de rotas alternativas de transição. No caso dos países da Europa Oriental, a desintegração territorial se verificou na medida em que estruturas estatais e militares, que correspondiam a Estados multinacionais, foram abaladas pelo colapso da URSS, o que permitiu que conflitos étnicos e religiosos tradicionais, antes mantidos congelados ou contidos pelo Estado, com apoio externo viessem à tona, estimulados e protegidos pela idéia-força das nacionalidades.


(Continua...)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Alterações no Roteiro de Estudo de Geografia


Informo que foi inclusa uma obra de grande importância para um correto entendimento do item 6.4. Formação Territorial do Brasil. No Roteiro de Geografia, como deixar de fora O Corpo da Pátria?