Sejam Benvindos ao Blog Estudos Diplomáticos !

Este espaço foi criado para reunir conhecimentos acadêmicos e informações relacionadas ao Concurso para ingresso no Instituto Rio Branco.



domingo, 29 de agosto de 2010

Língua Portuguesa: 8. Período Composto

Abaixo encontra-se reproduzido o item 1. do Programa de Português do CAD. Exigido de forma direta na 1ª Fase do Concurso ao IRBr (TPS), e de forma indireta na primeira prova da 2ª Fase, ele é o objeto principal das nossas postagens sob a rubrica Língua Portuguesa.

1. Língua Portuguesa: modalidade culta usada contemporaneamente no Brasil.
1.1 Sistema gráfico: ortografia, acentuação e pontuação; legibilidade.
1.2 Morfossintaxe.
1.3 Semântica.
1.4 Vocabulário.


Acompanhe esta boa vídeo-aula. O Período Composto: 1. Orações Subordinadas Adjetivas; 2. Diferenças semânticas entre as orações subordinadas adjetivas; 3. Funções sintáticas dos pronomes relativos nas orações adjetivas; 4. Diferença entre a conjunção integrante e o pronome relativo.



sábado, 28 de agosto de 2010

Política Internacional: Livros da Bibliografia. O Desafio do Capitalismo Global: a economia mundial no século XXI


Quando se trata de fazer referências à globalização corporativa, promovida pelas corporações multinacionais (CMNs), logo surge a discussão sobre os investimentos diretos estrangeiros (IDEs). Comente a seguinte frase, de Robert Gilpin, "Quando se fala de globalização corporativa, são poucos os países efetivamente envolvidos"

Língua Portuguesa.

Língua Portuguesa

De forma reiterada, tenho alertado que o Blog Estudos Diplomáticos apesar de assumir o compromisso de oferecer subsídios voltados à conquista da “nota de corte” do Teste de Pré-Seleção, que é a primeira fase do Concurso de Admissão, não possui a pretensão de fazer o papel normalmente ocupado pelos “cursinhos”. A propósito: os cursinhos preparatórios seriam mesmo indispensáveis? Fica a pergunta. Nossa opinião parte do princípio que todos os candidatos ao IRBr, por pré-requisito existente no edital do concurso, possuem algum curso superior. Ora, o concludente de um curso superior, qualquer que seja o curso, deve possuir necessariamente, a capacidade básica de decodificar materiais impressos , pois como sabemos, o papel do professor universitário, consiste basicamente em “facilitar” o processo de conhecimento por parte do aluno. Então nossa posição seria que, uma vez de posse dos materiais, impressos ou em mídia, o candidato poderá estudar e alcançar, com esforço, esteja claro, um bom aproveitamento. Restaria ainda a necessidade de um espaço de interação. Neste aspecto, este Blog fica a desejar, pois seria interessante que os leitores expusessem sua opinião – e nossos visitantes são muitos, assim como é numerosa a nossa lista de leitores. Aproveitamos então para fazer o convite, renovado sempre, de participação. Isto é fundamental para quem se prepara. Tendo em vista a importância ocupada pela prova de Português na primeira fase, programei uma série de postagens, algumas das quais já estão disponibilizadas neste Blog, bastando acessar aquelas com marcadores língua portuguesa. As novas vídeo-aulas de Gramática, tentam responder pelo item 1. do Programa de Português. Conseguir material de bom nível e digitalizado, não é tarefa fácil. Às vezes relutamos em disponibilizar vídeo-aulas direcionadas para exames vestibulares, porém creio ser um mero preconceito, haja visto as mesmas possuírem aceitação testada e de comprovada eficiência. Tudo o mais é propaganda, misticismo daqueles que montam cursinhos preparatórios ou mero fetiche dos que ainda pensam que buscar preparação em cursinhos, via de regra muito caros, seja o único caminho para a aprovação. É a nossa opinião!
Face a esta exposição de motivos, e com vistas ao programa abaixo, continuarei a postar novas vídeo-aulas para o estudo da Gramática, basicamente a Morfossintaxe e a Semântica, em 16 lições, que contarão com questões objetivas, algumas procedentes do CESPE, organizador do concurso ao IRBr. Pretendemos ainda disponibilizar um curso de Redação, em 12 vídeo-aulas.
Lembro que postagens anteriores contemplaram um curso completo de Gramática, o qual poderá ser acessado pelo marcador vídeo-aulas português. Segue o programa de Língua Portuguesa do concurso, excluídos os livros de leitura obrigatória:

Programa (Primeira e Segunda Fases):
1. Língua Portuguesa: modalidade culta usada contemporaneamente no Brasil.
1.1 Sistema gráfico: ortografia, acentuação e pontuação; legibilidade.
1.2 Morfossintaxe.
1.3 Semântica.
1.4 Vocabulário.

2. Leitura e produção de textos.
2.1 Compreensão, interpretação e análise crítica de textos em língua portuguesa.
2.2 Conhecimentos de Linguística, Literatura e Estilística: funções da linguagem; níveis de linguagem; variação linguística; gêneros e estilos textuais; textos literários e não literários; denotação e conotação; figuras de linguagem; estrutura textual.
2.3 Redação de textos dissertativos dotados de fundamentação conceitual e factual, consistência argumentativa, progressão temática e referencial, coerência, objetividade, precisão, clareza, concisão, coesão textual e correção gramatical.
2.3.1 Defeitos de conteúdo: descontextualização, generalização, simplismo, obviedade, paráfrase, cópia, tautologia, contradição.
2.3.2 Vícios de linguagem e estilo: ruptura de registro linguístico, coloquialismo,
barbarismo, anacronismo, rebuscamento, redundância e linguagem estereotipada.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Política Internacional: O Desafio do Capitalismo Global: a economia mundial no século XXI


Existe algo mais dinâmico e atual que temas como os acordos regionais de comércio? Ou as corporações internacionais ? O que seriam as "Moss"? Existe uma relação direta entre a nova economia americana e a redescoberta da "asiaticidade" japonesa? O que se pode esperar das relações entre a UE e o NAFTA? E destas com o Mercosul ? Estas e muitas outras questões podem ser respondidas com muita propriedade mediante a leitura atenta desta boa obra selecionada das indicações sugeridas na bibliografia do CACD. O Desafio do Capitalismo Global: a economia mundial no século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2004, da lavra de Robert Gilpin. Após as postagens de "Quinhentos Anos de Periferia", "O Desafio do Capitalismo Global" passa a ser o nosso companheiro de viagem, o nosso "livro de cabeceira". Postarei sínteses, mas também, "provocações....".

domingo, 22 de agosto de 2010

Política Internacional: (Sínteses de Livros da Bibliografia do CAD) QUINHENTOS ANOS DE PERIFERIA (Parte XI - Final.)


(Continuação...)

As políticas neoliberais e a redução da regulamentação dos mercados e da atividade econômica em geral, de um lado aceleram a deterioração do meio ambiente e o esgotamento de recursos naturais, em especial na periferia e, de outro, permitem a concentração do capital em cada mercado, através de fusões e aquisições, e o acumulam, cada vez mais, nos países centrais em relação à periferia. A desregulamentação, em especial das atividades financeiras, globalizou os mercados de capitais. As políticas econômicas recessivas no centro, aponta o autor, combinadas com as políticas de crescimento econômico na periferia, baseadas na atração da poupança externa, na abertura comercial e financeira e no endividamento externo agressivo, acabam por gerar a necessidade de políticas de juros altos na periferia. Criam-se dessa forma, as condições para a circulação de capitais especulativos de um mercado periférico para o outro, os quais permitem, inicialmente, uma temporária e artificial estabilidade de preços, à custa do déficit comercial e do financiamento do déficit público, seguida pela necessidade de realização de lucros que leva à crise cambial e econômica, à desestruturação da economia, ao retrocesso do nível de vida da população e ao agravamento da concentração de renda e das disparidades sociais. É preciso ainda esclarecer, anotou Samuel Pinheiro, a disposição revelada na firme oposição a qualquer iniciativa de regulamentação dos mercados de capitais, dado os capitais especulativos serem originários via de regra, do centro das estruturas hegemônicas. Os capitais são especulativos, frisa o autor, devido às políticas econômicas, e não a despeito das políticas econômicas exercidas pelos governos dos países centrais e da periferia: assim, propostas de regulamentação internacional de fluxos de capitais para controlar sua volatilidade, mesmo quando tecnicamente viáveis, seriam demonstrações de ingenuidade política e desconhecimento da natureza essencial desses fluxos.
Ainda importante seria acrescer algo sobre a questão do meio ambiente e a noção de desenvolvimento sustentável. Na opinião de Samuel Pinheiro Guimarães, a deterioração do meio ambiente e a crescente escassez de recursos naturais, em especial a água e, em breve, o petróleo, levam à convicção de ser impossível reproduzir na periferia os atuais padrões de consumo do centro. Esta convicção está, de acordo com o autor, por trás da ideologia do Desenvolvimento Sustentável que, em primeiro lugar, teria por tarefa desviar a atenção da opinião pública da necessidade e da obrigação dos países centrais de reduzir o extremo desperdício de seus elevados padrões de consumo de recursos e de poluição e, assim, permitir ao centro mantê-los. A ideologia do Desenvolvimento Sustentável, recomenda implicitamente que a periferia deva contentar-se em permanecer em seus atuais baixos padrões de consumo, além de encetar a tarefa paradoxal e dificílima de imaginar e executar estratégias de ‘desenvolvimento sustentável’ , o que exigiria a intervenção do Estado em ambientes políticos nacionais e internacionais nos quais predominam o pensamento econômico liberal. Ficam gerados, dessa forma, segundo o autor, um preconceito anti-industrial nos Estados da periferia, que contribui para fortalecer indiretamente as estratégias que insistem em fundamentar o desenvolvimento em vantagens comparativas estáticas, com base na dotação de recursos naturais, com efeitos óbvios sobre as possibilidades de desenvolvimento a longo prazo. Se há por um lado uma advocacia dos países do centro na defesa da ampla liberdade para as “forças do mercado”, encontrando-se no centro da questão a redução do papel regulamentador do Estado, existe por outro lado uma forte pressão do centro para que sejam adotadas na periferia, políticas eficazes de desenvolvimento sustentável, onde integram o repertório do centro, as ameaças de sanções e restrições ao comércio de bens produzidos de forma “agressiva” ao meio ambiente , através de cláusulas ambientais, aplicadas unilateralmente, ou através da OMC.


===================================================================


Este livro do Diplomata SAMUEL PINHEIRO GUIMARÃES, editado pela Contraponto, em parceria com a Editora da UFRGs, é leitura altamente recomendada para o concurso de admissão ao IRBr, presente nos editais do mesmo já há alguns anos, motivo pelo qual reproduzimos as sínteses aqui postadas, na intenção de balizar aos colegas que venham a se dispor à leitura de primeira mão.

sábado, 21 de agosto de 2010

Língua Portuguesa: 7. Período Composto


Abaixo encontramos o item 1. do Programa de Português do CAD. Exigido de forma direta na 1ª Fase do Concurso ao IRBr (TPS), e de forma indireta na primeira prova da 2ª Fase, ele é o objeto principal das nossas postagens sob a rubrica Língua Portuguesa.
1. Língua Portuguesa: modalidade culta usada contemporaneamente no Brasil.
1.1 Sistema gráfico: ortografia, acentuação e pontuação; legibilidade.
1.2 Morfossintaxe.
1.3 Semântica.
1.4 Vocabulário.


Período Composto.1. Introdução ao estudo do Período Composto: Orações Subordinadas e Orações Coordenadas. 2. Orações Subordinadas Substantivas.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

História Mundial: Algumas consequências da II Guerra Mundial para as Relações Internacionais do Século XX





Algumas Consequências da II Guerra Mundial para as Relações Internacionais do Séc XX


Antonio Carlos Figueiredo

Um ligeiro esboço das condições que tornaram possíveis a emergência da II Guerra Mundial nos ajuda a pensar, a partir do núcleo duro das causas centrais daquele grande conflito, o arsenal de instituições das quais a comunidade de nações se armou a partir de 1945. Nossa estratégia então será pensar na gênese das instituições criadas após 1945, com o objetivo de modelar o mundo quanto à segurança coletiva, à ordem econômica, mas também sob aspectos voltados à cooperação internacional. Talvez um bom começo passe pelas deficiências demonstradas pela Sociedade ou Liga das Nações. Da sua fragilidade, pela não participação dos Estados Unidos da América, recolhidos ao isolacionismo sobretudo quando se tratasse de problemas europeus, e da União Soviética – até 1934 – voltada para si mesma no intuito de consolidar o socialismo – ao mesmo tempo em que geria a III Internacional – foi tornado possível a Hitler, na Europa, a Mussolini, no Adriático, e à casta militar japonesa sob Hiroíto, atuarem livremente, à revelia e mesmo fazendo uso de expedientes da Liga, como fez Hitler, ao retirar-se de uma Conferência de desarmamento promovida em 1933, e culpando por isso, naturalmente, a França, então envolvida em um ambicioso programa de rearmamento. Tentou Hitler tornar legítimo o rearmamento alemão em 1934, preparando a Alemanha para uma guerra que, assim esperava, deveria ocorrer a partir de 1940, e que, também assim esperava, deveria dar a vitória à Alemanha ainda antes do término de 1942.
Foi da fracassada experiência da Liga das Nações, e com base nos ensinamentos por esta trazidos, que foi proposta a criação de um novo sistema de segurança coletiva que garantisse a paz, obrigando todos os Estados a com ele se comprometer, no que estes deveriam renunciar ao uso da força, aceitar as fronteiras estabelecidas, e a cada um, a possibilidade de se organizar, política e economicamente, como lhe conviesse. A origem das Nações Unidas é a Carta do Atlântico, de 1941, na qual estavam delineados os objetivos do pós-guerra dos Aliados envolvidos na luta contra o Eixo. A Conferência de Moscou, em 1943, decidiu criar uma organização internacional para “preservar a paz e a segurança”. O projeto de Carta das Nações Unidas foi preparado pelo Departamento de Estado Norte-Americano, e examinado em Dumbarton Oaks (1944) pelas quatro potências patrocinadoras, a saber, os EUA, o Reino Unido, a China e a União Soviética. Potências, é verdade, mas como avaliou Samuel Pinheiro Guimarães, portadoras de condições extremamente desiguais. A proposta de Dumbarton Oaks foi levada à Conferência de São Francisco, em 1945. Junto com a aprovação da igualdade soberana dos Estados, que a exercem na Assembléia Geral, cujas resoluções não são mandatórias. Nela está o conceito de segurança coletiva, sob a tutela do Conselho de Segurança, que é independente em suas decisões, e que não presta contas nem a Assembléia, nem a qualquer outro organismo. Esse Conselho era originariamente composto de onze membros, sendo cinco permanentes com direito a veto, decidindo por minoria de sete, com a participação concorrente e imprescindível dos cinco membros permanentes. A atribuição do poder de veto aos cinco membros permanentes (EUA, Reino Unido, França, China e URSS), foi justificada no memorando explicativo das Quatro Potências Patrocinadoras, como decorrentes de sua primary responsability na manutenção da paz. Após a entrada em vigor da Carta das Nações Unidas, e da instalação do Conselho de Segurança, revela-se o que já estava em gestação: o rompimento entre EUA e URSS, que dará início à Guerra Fria.
Porém o mundo que emergiu da II Guerra Mundial, a par das instituições de segurança coletiva criadas, incluía ainda um novo modelo de política internacional que ficou conhecido como sistema de zonas de influência de raio planetário, caracterizado pela existência das duas superpotências, por si só também, praticamente atores novos, pois atuariam em uma nova ribalta: EUA e URSS.
Contudo, convém lembrar o papel cumprido pela recessão e crises econômicas no entre-guerras, e era necessário que fosse erguido também, um modelo de Ordem Econômica Internacional. O chamado sistema de Bretton Woods (1944), baseado em um esquema de paridades cambiais fixas, porém ajustáveis, fundamentadas no ouro-dólar, tornada a moeda forte na economia mundial. Anotou o Prof. Eric Hobsbawm que a supremacia americana era à época, um fato. A lembrança eram as lições da Grande Depressão, que tanto haviam contribuído para que acontecesse a radicalização política que levou o nazi-fascismo ao poder na Europa. E se em relação à nova ordem econômica a pressão política por ação vinha de Washington, mesmo quando muitas idéias e iniciativas partiam da Inglaterra, nomeadamente de J. M. Keynes. Sobre a criação final do FMI, os EUA prevaleceram. As duas únicas instituições internacionais de fato criadas sob os acordos de Bretton Woods de 1944, o Banco Mundial (Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento) e o FMI (Fundo Monetário Internacional), acabaram por tornar-se de fato, subordinadas à política americana. Sobre Bretton Woods, conforme escreveu Paul Kennedy, o sistema de paridade funcionou bem (a partir de 1945), quando os EUA eram financeiramente supremos, para desabar em 1973, momento em que seu principal pilar, não pôde suportar as tensões. No pós-guerra, o FMI e o Banco Mundial passavam a ser os vetores do investimento internacional, e a manter a estabilidade do câmbio, além de tratar de problemas de balança de pagamento, com atuação destacada nas crises das dívidas dos países do chamado Terceiro Mundo.
A proposta de uma Organização do Comércio Internacional veio a tornar-se no muito mais modesto GATT (Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio), uma estrutura criada em 1948 para reduzir barreiras comerciais por meio de barganhas periódicas. Essa Instituição viria a dar ensejo à atual OMC (criada em 1995), a partir da Rodada Uruguai das Negociações Multilaterais do Comércio. A OMC possui um Conselho Geral, com um representante de cada membro, um Corpo de Solução de Desavenças, o Corpo de Revisão de Políticas Comerciais, o Corpo de Apelação e um Secretariado.
Podemos também considerar uma organização como a União Européia, de certa forma, também como uma contribuição das consequências da II Grande Guerra, para as relações internacionais. Basta lembrar que já em setembro de 1946, Winston Churchill preconizava em Zurique, a constituição dos Estados Unidos da Europa. No seguimento, ocorreram eventos como a unificação das Zonas de ocupação britânica e americana na Alemanha. Pode se considerar, ainda, que a criação, em 1951, da Comunidade Européia do Carvão e do Aço (CECA), reunindo países do BENELUX, a França, a Itália e a República Federal da Alemanha, é o embrião da União Européia. Estas iniciativas associacionistas foram tributárias da Doutrina Truman, e do seu correspondente econômico, o Plano Marshall, este último uma criação bastante imbricada à reorganização da vida política e econômica do pós-guerra.


Bibliografia:
GUIMARÃES, Samuel Pinheiro. Quinhentos Anos de Periferia: uma contribuição ao estudo da política internacional. 3.ed. Porto Alegre: UFRGS, 2001.
HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos: o breve Século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

KENNEDY, Paul. Ascensão e Queda das Grandes Potências: transformação econômica e conflito militar de 1500 a 2000. Rio de Janeiro: Campus, 1989.

SARAIVA, José Flávio Sombra (Org.). História das Relações Internacionais Contemporâneas: da Sociedade Internacional do Século XIX à era da Globalização. São Paulo:Saraiva, 2007.