Acima, a ilustração de um quadro horário de estudos (para melhor visualização, basta clicar em cima da figura) voltado para a aprovação no Teste de Pré-Seleção (TPS) ao longo de 1 ano. Lembrando os ensinamentos de William Douglas, o expert em Concursos, uma formalidade como essa torna-se útil na medida que organiza o tempo do candidato. Paga-se um preço pelas conquistas (o quadro acima representa a situação de um indivíduo que trabalha em horários integrais, manhã e tarde). Porém sugiro que tente fazer um quadro horário exequível e flexível (no caso acima, as sobras dos intervalos do almoço foram aproveitadas para o estudo do francês e do espanhol, matérias estranhas ao TPS, porém exigidas em fase posterior). Poderão haver imprevistos como reuniões de trabalho em horários externos ao expediente (inclusive a utilização de horários de almoço...), idas ao médico, alguém desesperado pedindo orientação para alguma monografia, idas ao Banco, reuniões de pais na escola dos filhos, atendimento de ligações de coordenadores de curso em horários pouco convencionais (após as 22:00 hs.) etc... primordial será atender a todos com um sorriso de serenidade e resignação, pois tratam-se de coisas comuns na vida de pessoas comuns. Também importante é reservar certo tempo com a família. O importante desse tempo com a família não será a quantidade, mas a qualidade. Aproveite as coisas boas da vida! Passeios com os filhos, uma saída com a esposa(o) ou namorada(o). Interessante é negociar tudo isto. Sejam acima de tudo, felizes!
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Nova fase no Blog

Vivemos uma nova fase neste Blog. Novos materiais foram selecionados, e estou analisando a melhor forma de postá-los. Foi boa a troca de experiências, o contato com os leitores e colaboradores deste espaço. Reitero que o espaço é de todos nós. Por isto, nunca é demais o convite para realizar comentários, abandonar a passividade, ampliar a troca de idéias. Fiquem à vontade! Tive reforçada a idéia que os chamados “cursinhos” não são tão decisivos assim. Há muito oportunismo no meio, com cursos de baixa qualidade, a Bibliografia é desconcertante e acho até que passada a barreira do Teste de Pré-Seleção, com uma boa orientação, as chances do candidato aumentam muito. Parece haver um consenso entre aqueles que começando a preparar-se para o CAD, defrontam-se com as inúmeras, porém transponíveis barreiras: a aprovação possivelmente não virá no primeiro concurso. Na grande maioria das vezes não virá no segundo, mas quem sabe no terceiro concurso? Creio que o problema é não perder o foco. Entre as várias disciplinas, diversas estratégias. Algumas destas estratégias consideradas possíveis, constituem o objeto desta comunicação, pois esboçam nosso roteiro de postagens para 2010.
Começando pelo que considero a grande “pedreira”, Língua Portuguesa. Lembro que quando comecei a pensar de forma mais séria em tentar ingresso no IRBr, procurei uma professora de Português, Licenciada em Letras, vizinha e amiga, pensando em tomar-lhe algumas aulas que seriam remuneradas, Após olhar o programa, ela disse com a sinceridade que sempre esperei dela e dos colegas: " - Olha, Antonio, este concurso exige preparação muito específica e de alta complexidade. É melhor procurar alguém mais direcionado para isto”. Como discordar? Os cursinhos voltados para concursos públicos, que verifiquei, são organizados para preparar candidatos para provas como as do TPS. Então creio ser exeqüível, encontrando-se de posse de vídeo-aulas, realizar uma preparação a domicílio. Você poderá, assim como eu, repetir quantas vezes quiser a explicação do professor, sem que o colega da carteira do lado ameace perder a calma... As vídeo-aulas disponibilizadas são voltadas para o “Português Jurídico”. Agora serão disponibilizadas novas vídeo-aulas, com a novidade que haverão exercícios, e muitos. Tudo com gabarito.
Língua Inglesa: vamos terminar as postagens das vídeo-aulas, que acho muito boas, mas também disponibilizar exercícios, visando o TPS. Posteriormente penso em apresentar um outro curso, porém ainda estou avaliando a relevância desta contribuição.
Geografia: após tanto ouvir indicações, e em virtude disto ter adquirido o “Projeto de Ensino de Geografia”, Geral e do Brasil, do Demétrio Magnoli, livros muito bons, mas voltados para o ensino secundário, e de haver descoberto falhas, ou omissões entre o Programa do Guia de Estudos e a Bibliografia que ele sugere (pois fui lendo os livros indicados), penso se não é despropositado assistir e disponibilizar também vídeo-aulas de Geografia, em nível secundário. E tudo com exercícios e gabaritos. Estou inclinado a fazer isto, e quase convencido que o resultado poderá ser bom.
História do Brasil: consegui diversas vídeo-aulas, algumas de qualidade apenas mediana, mas nada muito comprometedor. Exercícios completam o quadro de propostas.
Política Internacional: vou disponibilizar algo que andei lendo e fichando, porém terei que ser bastante seletivo, pois o material foi anotado a caneta e não tenho muito tempo para ficar digitando. Serão então pequenas sínteses ou quadros e exercícios propostos.
História Mundial: é um programa muito amplo. Criar textos baseados em tópicos, e utilizando a Bibliografia sugerida, como fiz em relação à Guerra Civil Norte-Americana (veja postagens anteriores), demanda muito tempo. Mas acho que consigo selecionar alguns temas de maior relevo, mapas, quadros explicativos e questões propostas. Alguns documentários poderão ser postados, respeitado o limite de 100 mb.
Noções de Direito e Direito Internacional Público: como já postei um curso completo de Direito Constitucional, será preciso realizar algumas postagens voltadas para o Direito Internacional. Serão propostos ainda diversos exercícios, de Direito constitucional e Internacional, e tudo com gabarito.
Noções de Economia: com as vídeo-aulas que postei, acho que podemos completar com exercícios tomados do Mankiw, e das provas anteriores. Economia Brasileira, com sínteses e quadros construídos a partir de “A Ordem do Progresso”, poderão completar as postagens desta disciplina.
E isto para 2010! Opine! Pois se você acompanha com freqüência este Blog, as escolhas envolvem seus planos também... Um abraço a todos!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Novos Roteiros de Estudo em Preparação

Um Planejamento bem realizado, aquele que alia a visão de futuro, reunindo os meios disponíveis adequados, e que se utiliza da disciplina e da flexibilidade na execução, não é atividade apenas de grandes empresas ou aparatos estatais.
Como boa parte dos nossos leitores percebe na prática do dia comum, até uma ida mal planejada ao supermercado pode trazer consequências danosas. O que podemos dizer da caminhada daqueles que se propõem conquistar a aprovação para ingresso no IRBr?
Como boa parte dos nossos leitores percebe na prática do dia comum, até uma ida mal planejada ao supermercado pode trazer consequências danosas. O que podemos dizer da caminhada daqueles que se propõem conquistar a aprovação para ingresso no IRBr?
Muitos dos nossos leitores já conhecem, e creio que alguns até utilizam dos roteiros que disponibilizamos no ano passado (ver marcador abaixo). Roteiros de estudo são basicamente feitos sob medida, pois partem do grau de conhecimento que se possui e busca no futuro, atingir uma meta estabelecida, que em nosso caso, é a aprovação no Concurso. Nesta perspectiva, os roteiros que preparei há alguns meses objetivavam sanar os muitos óbices que se colocavam entre aquilo que domino, ou seja, algumas matérias, e o programa integral do concurso, observado o alto nível da sua cobrança. Então fui organizando as disciplinas que mais conhecia, até me deparar com Noções de Direito, Português, etc... . Esclareço no entanto duas coisas: - A primeira delas é que os roteiros, por tudo que já escrevi acima, não são "trilhos", mas "trilhas", ou "picadas na selva", se preferirem. Assim foram pensados, e disponibilizados para domínio público, visando sobretudo aqueles que se encontram fora dos cursinhos. Poderão portanto ser modificados, a gosto do freguês.
A segunda observação refere-se à validade desses roteiros. Continuo achando todos eles bastante exequíveis, de forma geral. E quando digo de forma geral, me refiro a um tipo ideal "weberiano": o candidato ao IRBr que não domina diversas das disciplinas exigidas no Concurso. São roteiros equilibrados, mas que visam, e isto é muito importante esclarecer, chegar ao TPS em condições de atingir a nota mínima necessária. Então, nas outras fases, como já escrevi anteriormente, dependerá do interesse, do recurso tempo-qualidade que é importantíssimo, e é claro do talento de cada um.
Então vocês devem estar se perguntando: - porque alterar roteiros que ainda se sustentam, que ainda se apresentam como eficientes? Entendam como um aperfeiçoamento, à luz de leituras realizadas, acesso a novas obras, etc...
Mas outro aspecto importante que provocou mudança de rumo nos roteiros encontra-se relacionado com certa dificuldade de acesso ao material. Isto se revelou na medida em que fui recebendo e-mails e comentários após postagens. Então revi meu planejamento para o Blog, e resolvi disponibilizar vídeo-aulas voltadas para o Programa do Concurso. Este foi o caso das vídeo-aulas de Gramática e de Inglês, que não se encontravam previstas, inicialmente. Democratizar o conhecimento é minha forma de fazer "ação afirmativa", pois assim negros, brancos, vermelhos, "verdes", "roxos" e até Ets., desde que nascidos em solo pátrio (extra-terrestres nascidos no Brasil, rs.), e dispostos a assimilar os conhecimentos necessários, para poder contribuir dentro do Corpo Diplomático - ocupação onde os elevados ideais realmente contam - para o sucesso e o crescimento de um País que não deve ser dividido pela cor da pele. Somos todos miscigenados e irmãos. É assim que penso.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Novos Manuais disponibilizados pela FUNAG
Olá! Vasculhar constantemente o site da FUNAG é uma prática de sobrevivência. Há novos Manuais do Candidato para Política Internacional, de autoria da Cristina Pecequilo, e de Geografia, cuja autora é nada mais, nada menos que a DrªBertha K. Becker.

À primeira visada, o que mudou? Começando pelo Manual de Política Internacional, o plano da obra procura seguir de forma mais objetiva, o Programa do Concurso, contido no Guia de Estudos. Não desmerecendo, é claro o Manual anterior, do Prof. Demétrio Magnoli. A Dra Cristina Pecequilo é a autora de outra obra indicada pelo Guia, a Política Externa dos Estados Unidos, obra que relacionamos em nosso Roteiro para o estudo de Política Internacional. Foi a sua tese de Doutorado. Já lida e fichada (em papel, é claro. Já falei que sou do tempo da máquina de escrever...rs.), e que prometo disponibilizar de forma sintética neste Blog, quando puder digitá-la. Ao que interessa: é recomendável que façam o download o quanto antes desse Manual e divulguem entre seus colegas de estudo. Olha lá, hein? Nada de ficar entesourando o material, ele é para ser divulgado. Afinal de contas, com quem você debaterá no estudo para a prova? Não é melhor disponibilizar do que cair no desânimo?
As mesmas impressões do Manual de Política Internacional servem para comentar o destinado à Geografia. Bertha Becker dispensa comentários: autora de diversas obras de referência na sua área de atuação, tem em co-autoria com Cláudio Egler o livro Brasil: uma nova potência regional na economia-mundo. Obra mantida por muitos anos entre a Bibliografia sugerida para o CAD. Continuará sendo mantida? Também foi lida e fichada ( é claro que foi em papel, e escrito em garranchos praticamente indecifráveis...)e assim que puder digitá-la, disponibilizo a síntese. O novo Manual procura seguir pontos que o antigo não tratava. Talvez por isto o antigo Manual seja tão criticado. Porém sugiro que não o descartem. O endereço eletrônico www://funag.gov.br
Um abraço a todos, sejam felizes, façam seus comentários, e bons estudos!
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Noções de Economia: Exercícios - Estudo de Caso.

Por que a gasolina é tributada tão pesadamente? ( Estudo de Caso baseado em texto de N. Gregory Mankiw, na obra Introdução à Economia ).
Em muitoz países, a gasolina está entre os bens mais pesadamente tributados da economia: nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de metade do preço que os motoristas pagam pela gasolina se deve a impostos. Em muitos países europeus, o imposto é ainda mais elevado e o preço da gasolina é três ou quatro vezes maior do que nos Estados Unidos.
Pergunta-se: Por que esse imposto é tão comum? Formule sua resposta articulando a ação tributária dos governos com a noção de externalidade aprendida na vídeo aula de Noções de Economia abaixo (Economia no Setor Público e Finanças Públicas).
O espaço destinado a respostas será a área de comentários. Depois irei oferecer a minha resposta. Um abraço a todos.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Curso de Inglês: 1ª Aula - Basic Structures
Esta postagem atende alguns pedidos materializados tanto através dos comentários dos leitores, quanto por remessa de e-mail. Não era a minha intenção inicial fazer postagens sequenciais de uma mesma disciplina às vésperas do concurso. A nova fase do nosso Blog, que iniciar-se-á imediatamente após a prova do TPS (24 de janeiro de 2010) seria uma data mais adequada. O Curso que iniciamos abaixo é bastante simples, composto por 24 lições, e voltado para candidatos aos diversos vestibulares. Mas obedece a um método, a uma sequência que é importante para os que buscam o aprendizado instrumental da Língua Inglesa. Após fevereiro, irei fazer a postagem de um Curso de Inglês maior e mais adequado. Previstas ainda estão as postagens de Cursos de Francês e Espanhol (nível básico). Contudo, continuo a sustentar o que escrevi abaixo, no Roteiro de estudo para a Língua Portuguesa ( como lembrança), o melhor a fazer é procurar inicialmente um curso 'sério' de idiomas, e após o esgotamento do que ele poderá oferecer, contar com a ajuda de um professor especialista no tipo de preparação requerida pelo CAD. E isto demanda tempo.
Basic Structures
Por hora, juntamente com o curso que postarei, faço a sugestão do uso do livro Inglês Passo a Passo, de um Dicionário Inglês-Português e de uma Gramática da Língua Inglesa. A leitura comparativa de obras (priorize as obras sugeridas no Guia de Estudos do Concurso!) em Inglês com as suas traduções editadas em Língua Portuguesa poderá ser uma boa pedida. Um abraço a todos. Antonio Carlos
Basic Structures
Por hora, juntamente com o curso que postarei, faço a sugestão do uso do livro Inglês Passo a Passo, de um Dicionário Inglês-Português e de uma Gramática da Língua Inglesa. A leitura comparativa de obras (priorize as obras sugeridas no Guia de Estudos do Concurso!) em Inglês com as suas traduções editadas em Língua Portuguesa poderá ser uma boa pedida. Um abraço a todos. Antonio Carlos
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Noções de Economia: 2. Fundamentos de Microeconomia
Esta vídeo-aula trata da Oferta, Demanda e Equilíbrio de Mercado. Abaixo segue um exercício para resolução.
EXERCÍCIO PROPOSTO
Um empresário encomendou uma pesquisa para descobrir como se comporta o mercado de chocolate. O economista contratado forneceu a ele as expressões da curva de oferta e de demanda. Hipoteticamente, seja a demanda dada pela função D=16-2p (D é a quantidade demandada de chocolate e p é o preço) e a oferta, por S=4p+4 (S é a quantidade ofertada de chocolate). Agora o empresário conta com sua ajuda para responder o seguinte:
a) Qual o preço de equilíbrio e a respectiva quantidade?
b) Se o preço for fixado em R$3,00, haverá excesso de oferta ou de demanda? Quantifique.
Responda no espaço reservado aos comentários.
EXERCÍCIO PROPOSTO
Um empresário encomendou uma pesquisa para descobrir como se comporta o mercado de chocolate. O economista contratado forneceu a ele as expressões da curva de oferta e de demanda. Hipoteticamente, seja a demanda dada pela função D=16-2p (D é a quantidade demandada de chocolate e p é o preço) e a oferta, por S=4p+4 (S é a quantidade ofertada de chocolate). Agora o empresário conta com sua ajuda para responder o seguinte:
a) Qual o preço de equilíbrio e a respectiva quantidade?
b) Se o preço for fixado em R$3,00, haverá excesso de oferta ou de demanda? Quantifique.
Responda no espaço reservado aos comentários.
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Noções de Economia: Iniciando o Estudo da Economia
Olá! Conforme sugerido por alguns dos nossos colegas/leitores, segue a primeira vídeo-aula de Noções de Economia. Trata-se do início do estudo, onde aparecem aspectos da matéria como Curva de Possibilidade de Produção, Custo de Oportunidade e Sistemas Econômicos. Uma complementação adequada seria utilizar a Introdução à Economia, do Mankiw, cap. 1 e 2. Postarei em breve alguns exercícios referentes a este vídeo. Bom estudo! Seu comentário será muito importante!
sábado, 5 de dezembro de 2009
Vídeo-Aula de História do Brasil: 5. Período Democrático
É interessante consultar nossa sugestão no roteiro de estudo de História do Brasil. Partir do geral para o específico. Esta é a proposta de iniciar o estudo da História do Brasil pelo texto do Boris Fausto. Neste sentido, o objeto do vídeo abaixo encontra-se entre as páginas 219 e 256 de História Concisa do Brasil, de Boris Fausto, livro que, como é sabido de todos, integra o elenco de obras sugeridas pelo IRBr para o CAD.
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Vídeo-Aula de Língua Portuguesa: 10. Expressões que apresentam dificuldade.
Com esta postagem, encerramos a série de vídeo-aulas de Língua Portuguesa. As vídeo-aulas serão o suficiente para um concurso da natureza do CAD? Certamente não. Devem ser vistas porém como uma contribuição substancial ao aprendizado da nossa Língua. Devem ser complementadas com a utilização de uma boa Gramática (veja a indicação em nossos roteiros de estudo) que poderá ser adquirida usada, como sugestão, junto à Estante Virtual por módicos R$10,00... Com esse aparelhamento, uma boa dose de exercícios e muita força de vontade, é possível realizar uma boa prova. O resto é aperfeiçoamento. Bom estudo a todos.
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domingo, 6 de setembro de 2009
Roteiro de Estudos para Português

Roteiro de Estudos para Português ( Contendo ainda observações sobre Inglês, Francês e Espanhol)
O Idioma Pátrio...O Exame desta disciplina é considerado por muitos como o mais difícil. A Banca preza pela escrita certinha, meio quadrada, formal, em suma a linguagem normatizada e culta. Teria como ser diferente? Então não vamos discutir com a Soberana Banca, e tratemos de por mãos à obra, melhor dizendo, às Gramáticas, aos Dicionários, sem esquecer a Bibliografia Obrigatória.
Sempre é bom lembrar que estas sugestões estão direcionadas para aqueles candidatos que estão fora das salas dos cursinhos por: distância dos Centros onde a preparação é oferecida; por falta de recursos para freqüentar os cursinhos; ou ainda por se recusar a freqüentar, pagando a peso de ouro, aulinhas “Tabajara” onde sabemos que “nenhum dos seus problemas serão resolvidos!”.
Face à minha “exposição de motivos”, tenham ainda, peço, paciência, pois sou apenas um Professorzinho de História tentando apresentar dicas e sugestões que estou sinceramente tentando seguir. Críticas dos Professores de Letras, ou mesmo daqueles que se sentem mais à vontade com “a última flor do Lácio, inculta e bela”, serão sempre bem recebidos.
Talvez seja interessante começar pela Bibliografia Obrigatória. (Repararam que o restante das obras do Programa são colocadas como “Bibliografia sugerida”?)
A Bibliografia obrigatória referente a 2009 foi realmente muito boa. Machado de Assis, Gilberto Freyre, Celso Furtado, Sérgio Buarque de Holanda e Joaquim Nabuco. Podemos desconsiderar o estudo de tais obras? Não! E reparem que à exceção de Machado de Assis e Joaquim Nabuco, as obras pedidas dos autores acima figuram em outros pontos do Programa, e no caso específico de Formação Econômica do Brasil, encontra-se sugestão de leitura para História do Brasil e Noções de Economia. Então, vale caprichar na leitura. (Lembro a todos que disponibilizei minha síntese sobre a Economia Brasileira no Século XIX, após leitura dessa obra...).
Podemos então tratar daquilo que viemos tentando aprender desde as primeiras séries colegiais. Tenhamos em mão uma boa Gramática, e dentro do possível, das respostas dos exercícios nela propostos. Então sugiro esquecer a Gramática do Celso Cunha & L.F. Lindley Cintra (Nova Gramática do Português Contemporâneo)
Claro, se você já estiver acostumado com ela, e melhor, colhendo dela bons resultados, continue. Se não, sugiro a Gramática Contemporânea da Língua Portuguesa, de José de Nicola e Ulisses Infante. Editora Scipione. Esta gramática deve andar lá pela 20ª edição. Conversando na livraria, você poderá conseguir o Caderno de Respostas, material que considero imprescindível, pois lhe dará a segurança de prosseguir no aprendizado dos pontos subseqüentes.
Outra boa dica, seria a Gramática Ilustrada de Hildebrando A. de André. De uso consagrado. Desconheço algum caderno de respostas semelhante ao da Gramática Contemporânea, mas existe o livro do professor, que se costuma conseguir com professores amigos.
E já que a CESPE costuma anular uma questão certa para cada questão considerada errada, compensa fazer muitos exercícios. A boa dica será Português 1200 testes de vestibulares resolvidos, de Hildebrando A. de André. Em mais de 200 páginas, você encontrará exercícios propostos sistematicamente coerentes com o programa da Gramática do mesmo autor. E tudo com respostas ao final do livro. Se não me engano, paguei pela Gramática usada, cerca de R$10,00, e pelo livro de testes, R$5,00. Ambos adquiridos na Estante Virtual.
Ainda uma boa opção de livro de exercícios é Português: Dúvidas, Textos e 1800 Questões, de Jorge Vicente (Editora Impetus). Os livros dessa Editora não costumam ser baratos – mas afinal que Editora no Brasil produz livros baratos? – porém o autor, Prof Jorge Vicente, que tive a honra e satisfação de ter como meu Professor há muitos anos em Niterói, é bastante metódico. E como todo bom livro voltado para concursos, este possui respostas nas páginas finais.
Teremos que escrever, e muito bem. Ortografia, Pontuação e Crase, de Adriano da Gama Kury, obra sugerida no programa do CAD, é uma boa opção de reforço naquilo que se propõe. Teoria, para recordar, e muitos exercícios, com respostas.
Quanto aos Dicionários, sem restrições. Tanto o Aurélio, quanto o Houaiss indicados no Guia de Estudos (disponível no site da CESPE, indicado abaixo), serão boas opções.
Chegamos à parte voltada à Lingüística e Interpretação de Textos.
Três referências parecem se impor. Comunicação em Prosa Moderna, de Othon M. Garcia; Usos da Linguagem, de Francis Vanoye e Pensar com conceitos, de John Wilson. Fáceis de conseguir na Estante Virtual, e em Bibliotecas Universitárias são presenças garantidas nos acervos. Escolha o que lhe servirá melhor. Ou fique com todos.
Temos ainda como boa indicação o livro de Renato Aquino, Interpretação de Textos, editado pela Campus, na série Provas e Concursos. Apresenta teoria e 800 questões comentadas.
Finalmente a indicação de algo que sairá inteiramente “de grátis”, mas que não é de forma nenhuma “Tabajara”. Entre na página da FUNAG e baixe o Manual do Candidato “Português”, de autoria de Francisco Platão Savioli e José Luiz Fiorin, no seguinte endereço: http://www.funag.gov.br/biblioteca-digital/manuais-do-candidato
**Observações sobre Inglês, Francês e Espanhol**
Sem formular um roteiro de estudos para Inglês, Francês e Espanhol, me arrisco a tecer alguns comentários a respeito dessas disciplinas. Conhecer esses idiomas não garantirá, como alguns candidatos que travei contato pensam, a aprovação neste Concurso. O concurso não quer selecionar “Tradutores/Intérpretes”. Há de ser tecnicamente bom em idiomas, sem descurar de Noções de Economia, História do Brasil, Política Internacional, Noções de Direito e Direito Público Internacional e Geografia, além é claro da “pedreira” da Língua Portuguesa.
Penso que o estudo desses idiomas terá de ser feito necessariamente, acompanhado de um professor com formação específica, se possível inicialmente em curso regular. Uma parcela dos cursos de línguas estrangeiras tem condições de oferecer boa preparação. Mas aí vai uma primeira dica: se você não estuda idiomas há muito tempo, comece recordando algo através da coleção “Passo a Passo”, cujo autor é Charles Berlitz. Ajudará bastante a possuir uma visão geral, da estrutura do idioma. Ficará mais fácil acompanhar uma turma. Após alguma frequência em turmas normais, talvez seja melhor conversar e procurar preparação mais específica. A leitura de periódicos em Inglês, Francês ou Espanhol certamente vai auxiliar muito. E a leitura simultânea de obras indicadas para o CAD nas outras disciplinas, e que possuem boa tradução para o Português sempre será uma boa opção de treino. Sem muita neurose.
Um ponto bastante positivo a ressaltar nesse concurso, é que há muitas provas do CESPE, em que estas disciplinas foram exigidas, disponíveis no site http://www.cespe.unb.br
E sempre será válido recordar um dos ensinamentos do “Papa” dos Concursos, Willian Douglas, o qual defende que aquele que faz provas anteriores adquire a “experiência dos veteranos”.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Roteiro de Estudo de Noções de Direito e Direito Internacional Público

Roteiro de Estudos para Noções de Direito e Direito Internacional Público
A indicação de obras de Direito da parte de alguém que não seja Bacharel nesta profissão faz com que cheguemos ao nosso limite do possível, o que valeria dizer, aquela linha muito tênue que separa o nosso intuito de opinar, ainda que com baixo grau de fundamentação, e a tentação de deixar uma lacuna em nossos roteiros. Definitivamente, esta última opção não seria uma boa iniciativa, pois deixaríamos incompleta a nossa coleção de roteiros estudo. Uma orientação, um Norte a seguir, será sempre melhor que caminhar a esmo. Depois podemos sempre fazer alterações no percurso, pois consideramos que nada será definitivo.
Que me perdoem então os Bacharéis em Direito, e saibam que as sugestões serão bem vindas, porém cabe sempre lembrar, como já disseram anteriormente em outros Blogs que essa prova do CAD é de “Noções de Direito” (como um professor da UnB e da Banca disse a certo candidato, hoje Diplomata); alguns ainda lembram que a Bibliografia é contraditória, assim como as próprias doutrinas são contraditórias. Caberia ainda anotar – como também já disseram, que esta prova, sendo de “Noções de Direito” não trata apenas do Direito Internacional Público, mas – ainda como também já escreveram - trata de Direito Constitucional, Direito Civil, Direito Administrativo e Direito Internacional Privado, (este último como aparece no Guia de Estudos versão 2009, a Lei de Introdução ao Código Civil) .
O ponto positivo – faço novamente uso da opinião dos que conhecem muito mais do que eu - é que há muitas provas do CESPE, em que tais tópicos são cobrados, disponíveis no site http://www.cespe.unb.br
E sempre será válido recordar um dos ensinamentos do “Papa” dos Concursos, Willian Douglas, o qual defende que aquele que faz provas anteriores adquire a “experiência dos veteranos”.
Passamos então ao Roteiro que tracei, salvaguardando os limites da minha responsabilidade, para uso próprio. Mas vocês poderão usa-lo, caso lhes agrade...
I – Noções de direito e ordenamento jurídico brasileiro
1- Manual do Candidato – Direito Internacional, de Alberto do Amaral Junior, 2. ed. Ampliada e atualizada. Encontra-se disponível impresso na loja virtual da FUNAG, mas pode ser baixado gratuitamente do seguinte endereço: http://www.funag.gov.br/biblioteca-digital/manuais-do-candidato Trata-se de um bom exercício inicial, para tomar contato com o “estado da arte”.
2- Podemos então travar contato com o Lições Preliminares de Direito, do Miguel Reale, tomando cuidado para estudar em uma edição mais recente, digamos de 2002 em diante. Sempre procuro tópicos relacionados ao programa, então marco no índice da obra o que facilitará sua localização em estudos futuros. Nas Bibliotecas Públicas, principalmente nas Universitárias (para consulta e empréstimo) e na Estante Virtual para venda, esta obra sempre está disponível, por ser consagrada.
3- Passamos ao Paulo Bonavides, Teoria do Estado. A erudição do autor, que em nenhum momento abdica da Didática, é impressionante.
4- Chegamos ao Direito Constitucional. Optei pelo Direito Constitucional “Esquematizado” do Pedro Lenza. E o fiz seguindo indicações daqueles que nem conheço, mas que acredito estar animados dos mesmos interesses que eu, envolvidos pela sinceridade e pela ética. Obra muito didática, realmente acessível e dispõe ainda de numerosos exercícios.
5- Atingimos então as sinopses jurídicas, série da Editora Saraiva. Novamente a linha-mestra aqui é a simplicidade. Elegi os volumes 1,17,18 e 19 (respectivamente Direito Civil – Parte Geral; Teoria Geral da Constituição e Direitos Fundamentais; Da Organização do Estado, Dos Poderes e Histórico das Constituições; e, Direito Administrativo).
6- Não poderíamos deixar de fora a Constituição da República Federativa do Brasil, de 5 de outubro de 1988. Adquiri a organizada pelo Alexandre de Moraes, que deixei de fora na minha seleção de Direito Constitucional, trocando-o pelo Pedro Lenza acima citado. Procure um exemplar mais recente deste texto constitucional, por causa das diversas Emendas Constitucionais que ocorreram.
II – Direito Internacional Público
1 - Novamente o Manual do Candidato – Direito Internacional, que citamos acima, se apresenta. Façamos uso dele, por questão de contar com o amparo do MRE/FUNAG/IRBr e também porque não devemos desdenhar material gratuito de boa qualidade.
2 – Então podemos estudar no Curso de Direito Internacional Público, do Guido Fernando Silva Soares, em minha opinião, feito sob medida para o CAD.
3 – Finalizando, mas não terminando, pois sempre será possível ler um pouco mais, há o excelente “A Nova Dimensão do Direito Internacional, organizado por Antonio Augusto Cançado Trindade, leitura sugerida na bibliografia do CAD e disponibilizado no endereço http://www.funag.gov.br/biblioteca-digital/instituto-rio-branco
Quanto aos diversos documentos que compõem a Bibliografia, basta a digitação dos títulos em site de busca (eu prefiro utilizar o Google). Baixe e imprima, mantendo-os organizados em pasta separada para consulta ao longo dos estudos.
Restaria ainda dizer para que se tenha muita atenção com temas jurídicos ligados à integração regional, bem como contenciosos da OMC. Deixo abaixo o espaço destinado a sugestões, dicas para conseguir material na INTERNET, etc...
sábado, 4 de abril de 2009
Roteiro de estudos para Noções de Economia
Roteiro de estudos para a disciplina Noções de Economia
Esta disciplina cresceu em importância nos últimos certames desse concurso. Há quem afirme que a alteração no seu status encontra-se ligada ao novo perfil requerido para o profissional a ser recrutado. A criação da OMC, seus mecanismos de solução de controvérsias, e os contenciosos nos quais o Brasil se envolveu nos últimos anos (vejam o caso Brasil/Embraer x Canadá/Bombardier, fundamentam e decisão por tais perfis. Aqueles que se formaram em Economia, Administração, Ciências Atuariais e áreas afins assumem alguma vantagem. De qualquer maneira, uma verdade maior se apresenta: como também já andaram afirmando, o conceito de “noções” para o pessoal do CESPE/Unb possui outro significado.
Cumpre aqueles que se propõem a estudar seriamente para o concurso uma boa dosagem de conhecimentos de ciência econômica. É sob o risco de cometer equívocos muito grandes, por não ser dessa área de conhecimento que exponho minha estratégia para cumprir o programa proposto pela Banca examinadora. A comparação do Programa com a Bibliografia sugerida (p.63 e 64 do Guia de Estudos ed 2009), as escolhas, salvo juízos mais competentes, assumiram para mim, o formato abaixo:
- Considerado o programa em 4 partes, a saber, MICROECONOMIA; MACROECONOMIA; ECONOMIA INTERNACIONAL; e, ECONOMIA BRASILEIRA, aposto nas seguintes obras, todas da bibliografia sugerida:
1. O Manual de Economia, conhecido como o “Manual dos Professores da USP” possui uma parte introdutória a qual defendo não ser bom desconhecer. Em minha edição que é de 1991, esta parte está entre as páginas 3 e 27. É bom para “quebrar o gelo”, um contato inicial com a matéria. Até defenderia que o Manual dos Uspianos não é tão indecifrável assim, caso ele possuísse exercícios de fixação para microeconomia e macroeconomia. E por isto julgo melhor adotar outra obra entre as sugeridas. Porém mantenha-o sobre a mesa, pois ele possui apêndices que podem ser considerados como importantes, pois contemplam a economia brasileira.
2. Passemos ao que parece ser a unanimidade entre os atuais e futuros economistas: Introdução à Economia: Princípios de Micro e Macroeconomia, de N.G. Mankiw. Sua didática bem sucedida fica evidente à medida que se tenta – normalmente em vão – emprestá-lo em uma biblioteca universitária sem realizar prévia reserva. Desembolsar os cerca de R$100,00 parece ser então a solução.
3. Chegamos à Economia Brasileira. E seremos também pragmáticos. Como desdenhar um texto como Formação Econômica do Brasil, de Celso Furtado ? Para os indecisos aponto que esta obra é leitura obrigatória no programa de Português (p.22 – Guia de Estudos 2009), de História do Brasil (p.29 – Guia de Estudos 2009), além de figurar no Programa de Noções de Economia, pelo menos desde 1998. Com ênfase na Quarta Parte da obra: Economia de transição para o trabalho assalariado (mas somente para o programa de Noções de Economia, viu?. Para o Português e a História do Brasil, o negócio é ler tudo.)
4. Feita esta excelente leitura do grande mestre, seria ainda bom recorrer aos escritos da tanto excelente quanto carismática Maria da Conceição Tavares, “Da substituição de importações ao Capitalismo Financeiro”, com o capítulo “Auge e declínio do Processo de Substituição de Importações no Brasil”. Na minha edição de 1975, o texto abrange as páginas 27 a 124. A mesma importância dada a Celso Furtado no programa de noções de Economia vale para a Maria da Conceição Tavares, que persiste no programa pelo menos desde 1998.
5. A Ordem do Progresso: Cem anos de Política econômica republicana (1889-1989). Esta obra é incontornável. Ler com atenção. Possui livro de cabeceira? Então adote este.
6. Válida ainda será a leitura do capítulo “Economia Brasileira Contemporânea” (413 a 437) do bom Manual do Candidato, “Noções de Economia”, preparado com esmero por Carlos Águedo Nagel Paiva e André Moreira Cunha. Leia com especial atenção o que se refere aos anos 90. Você poderá baixá-lo gratuitamente e depois imprimir o capítulo citado. O endereço encontra-se na secção deste Blog destinada às formas de aquisição da Bibliografia. Mesmo se possuir o Mankiw ou o Manual dos Uspianos, sugiro manter este manual por perto.
7. Disponível ainda deve estar as Notas Metodológicas do Balanço de Pagamentos. Notas Técnicas do Banco Central do Brasil. Nº 1, junho, 2001. texto disponível, conforme o Guia de Estudos/2009, na página http://www.bcb.gov.br
Acho que é isto. Bom estudo a todos.
Esta disciplina cresceu em importância nos últimos certames desse concurso. Há quem afirme que a alteração no seu status encontra-se ligada ao novo perfil requerido para o profissional a ser recrutado. A criação da OMC, seus mecanismos de solução de controvérsias, e os contenciosos nos quais o Brasil se envolveu nos últimos anos (vejam o caso Brasil/Embraer x Canadá/Bombardier, fundamentam e decisão por tais perfis. Aqueles que se formaram em Economia, Administração, Ciências Atuariais e áreas afins assumem alguma vantagem. De qualquer maneira, uma verdade maior se apresenta: como também já andaram afirmando, o conceito de “noções” para o pessoal do CESPE/Unb possui outro significado.
Cumpre aqueles que se propõem a estudar seriamente para o concurso uma boa dosagem de conhecimentos de ciência econômica. É sob o risco de cometer equívocos muito grandes, por não ser dessa área de conhecimento que exponho minha estratégia para cumprir o programa proposto pela Banca examinadora. A comparação do Programa com a Bibliografia sugerida (p.63 e 64 do Guia de Estudos ed 2009), as escolhas, salvo juízos mais competentes, assumiram para mim, o formato abaixo:
- Considerado o programa em 4 partes, a saber, MICROECONOMIA; MACROECONOMIA; ECONOMIA INTERNACIONAL; e, ECONOMIA BRASILEIRA, aposto nas seguintes obras, todas da bibliografia sugerida:
1. O Manual de Economia, conhecido como o “Manual dos Professores da USP” possui uma parte introdutória a qual defendo não ser bom desconhecer. Em minha edição que é de 1991, esta parte está entre as páginas 3 e 27. É bom para “quebrar o gelo”, um contato inicial com a matéria. Até defenderia que o Manual dos Uspianos não é tão indecifrável assim, caso ele possuísse exercícios de fixação para microeconomia e macroeconomia. E por isto julgo melhor adotar outra obra entre as sugeridas. Porém mantenha-o sobre a mesa, pois ele possui apêndices que podem ser considerados como importantes, pois contemplam a economia brasileira.
2. Passemos ao que parece ser a unanimidade entre os atuais e futuros economistas: Introdução à Economia: Princípios de Micro e Macroeconomia, de N.G. Mankiw. Sua didática bem sucedida fica evidente à medida que se tenta – normalmente em vão – emprestá-lo em uma biblioteca universitária sem realizar prévia reserva. Desembolsar os cerca de R$100,00 parece ser então a solução.
3. Chegamos à Economia Brasileira. E seremos também pragmáticos. Como desdenhar um texto como Formação Econômica do Brasil, de Celso Furtado ? Para os indecisos aponto que esta obra é leitura obrigatória no programa de Português (p.22 – Guia de Estudos 2009), de História do Brasil (p.29 – Guia de Estudos 2009), além de figurar no Programa de Noções de Economia, pelo menos desde 1998. Com ênfase na Quarta Parte da obra: Economia de transição para o trabalho assalariado (mas somente para o programa de Noções de Economia, viu?. Para o Português e a História do Brasil, o negócio é ler tudo.)
4. Feita esta excelente leitura do grande mestre, seria ainda bom recorrer aos escritos da tanto excelente quanto carismática Maria da Conceição Tavares, “Da substituição de importações ao Capitalismo Financeiro”, com o capítulo “Auge e declínio do Processo de Substituição de Importações no Brasil”. Na minha edição de 1975, o texto abrange as páginas 27 a 124. A mesma importância dada a Celso Furtado no programa de noções de Economia vale para a Maria da Conceição Tavares, que persiste no programa pelo menos desde 1998.
5. A Ordem do Progresso: Cem anos de Política econômica republicana (1889-1989). Esta obra é incontornável. Ler com atenção. Possui livro de cabeceira? Então adote este.
6. Válida ainda será a leitura do capítulo “Economia Brasileira Contemporânea” (413 a 437) do bom Manual do Candidato, “Noções de Economia”, preparado com esmero por Carlos Águedo Nagel Paiva e André Moreira Cunha. Leia com especial atenção o que se refere aos anos 90. Você poderá baixá-lo gratuitamente e depois imprimir o capítulo citado. O endereço encontra-se na secção deste Blog destinada às formas de aquisição da Bibliografia. Mesmo se possuir o Mankiw ou o Manual dos Uspianos, sugiro manter este manual por perto.
7. Disponível ainda deve estar as Notas Metodológicas do Balanço de Pagamentos. Notas Técnicas do Banco Central do Brasil. Nº 1, junho, 2001. texto disponível, conforme o Guia de Estudos/2009, na página http://www.bcb.gov.br
Acho que é isto. Bom estudo a todos.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Roteiro de estudos de Geografia
Sugestão de Guia de Estudos para candidatos ao IRB (2ª Parte)
Geografia.
Olá, Pessoal. Esperando que as dicas de História do Brasil que acima esboçamos tenham sido úteis, voltamos com nossos apontamentos. Como não tenho formação em Geografia, meu desconforto é grande e minha fala poderá parecer coisa de impostor. Porém minha vontade de tentar é maior que o medo de errar, e claro, podemos contar sempre com a correção dos colegas de estudo. Então vamos ao que interessa.
Em primeiro lugar, continuo, como em História alertando para o fato da importância, tanto do guia de estudos, quanto das provas anteriores. É interessante o estudo acoplado às provas, o que vale dizer, o estudo realizado com o necessário aprofundamento para a realização das provas. Levando o estudo para este concurso mais a sério, pude constatar verdades mas também avaliações apressadas, encontradas em Blogs por aí. As mesmas recomendações e cuidados que acima foram expostos para a História, valem para a Geografia, pois trata-se de um concurso cujo grande conteúdo de matérias obriga ao método racional de estudo. A notícia boa é que um conhecimento de Geografia poderá ajudar a responder uma questão de Política Internacional. Veja a Prova de 2008. Lá existe uma questão que envolve compromissos internacionais do Brasil Para respondê-la, a bibliografia indicada para Política Internacional poderá não ser suficiente.
Vamos aos Livros. 1. O Manual do Candidato, “Geografia”, da Regina Célia Araújo, apesar de vários candidatos acharem fraco, parece um bom começo. Teve uma questão da prova deste ano que seria respondida somente com a leitura sobre a desconcentração das indústrias. Confira. (O manual está no site da FUNAG, e as provas no site da Cespe/Unb. Todos indicados na msg 146. Guardem estes endereços... Ou melhor, baixem para seus computadores antes que um iluminado deles lance mão, retirando o material de consulta do ar !); 2. O livrinho da Bertha Becker&Cláudio Egler parece até o momento, como leitura obrigatória, insubstituível: Brasil: uma nova potência regional na economia-mundo. A autora trabalha com o conceito de centro-periferia, realismo político, etc... . 3. Continente em chamas. Globalização e território na América Latina, org. pela Maria Laura Silveira será uma leitura compensadora (cada vizinho que o Brasil arruma...). 4. Então voltamos ao Brasil, onde a mesma Maria Laura Silveira aparece como organizadora de “Brasil, Território e Sociedade no Limiar do Século XXI. 5. Procure ler ainda: Por uma outra globalização, de Milton Santos ( a única obra do Milton Santos que sobrou no concurso!); Importante, caso sobre tempo, será ler 6. A ordem ambiental internacional, de Wagner Costa Ribeiro e a 7. Contribuição para a gestão da zona costeira do Brasil, do Antonio Carlos Robert Moraes, pois a Amazônia Azul e o Petróleo do Pré-Sal são a pauta do dia.
Boa sorte, coragem e bom estudo a todos.
Geografia.
Olá, Pessoal. Esperando que as dicas de História do Brasil que acima esboçamos tenham sido úteis, voltamos com nossos apontamentos. Como não tenho formação em Geografia, meu desconforto é grande e minha fala poderá parecer coisa de impostor. Porém minha vontade de tentar é maior que o medo de errar, e claro, podemos contar sempre com a correção dos colegas de estudo. Então vamos ao que interessa.
Em primeiro lugar, continuo, como em História alertando para o fato da importância, tanto do guia de estudos, quanto das provas anteriores. É interessante o estudo acoplado às provas, o que vale dizer, o estudo realizado com o necessário aprofundamento para a realização das provas. Levando o estudo para este concurso mais a sério, pude constatar verdades mas também avaliações apressadas, encontradas em Blogs por aí. As mesmas recomendações e cuidados que acima foram expostos para a História, valem para a Geografia, pois trata-se de um concurso cujo grande conteúdo de matérias obriga ao método racional de estudo. A notícia boa é que um conhecimento de Geografia poderá ajudar a responder uma questão de Política Internacional. Veja a Prova de 2008. Lá existe uma questão que envolve compromissos internacionais do Brasil Para respondê-la, a bibliografia indicada para Política Internacional poderá não ser suficiente.
Vamos aos Livros. 1. O Manual do Candidato, “Geografia”, da Regina Célia Araújo, apesar de vários candidatos acharem fraco, parece um bom começo. Teve uma questão da prova deste ano que seria respondida somente com a leitura sobre a desconcentração das indústrias. Confira. (O manual está no site da FUNAG, e as provas no site da Cespe/Unb. Todos indicados na msg 146. Guardem estes endereços... Ou melhor, baixem para seus computadores antes que um iluminado deles lance mão, retirando o material de consulta do ar !); 2. O livrinho da Bertha Becker&Cláudio Egler parece até o momento, como leitura obrigatória, insubstituível: Brasil: uma nova potência regional na economia-mundo. A autora trabalha com o conceito de centro-periferia, realismo político, etc... . 3. Continente em chamas. Globalização e território na América Latina, org. pela Maria Laura Silveira será uma leitura compensadora (cada vizinho que o Brasil arruma...). 4. Então voltamos ao Brasil, onde a mesma Maria Laura Silveira aparece como organizadora de “Brasil, Território e Sociedade no Limiar do Século XXI. 5. Procure ler ainda: Por uma outra globalização, de Milton Santos ( a única obra do Milton Santos que sobrou no concurso!); Importante, caso sobre tempo, será ler 6. A ordem ambiental internacional, de Wagner Costa Ribeiro e a 7. Contribuição para a gestão da zona costeira do Brasil, do Antonio Carlos Robert Moraes, pois a Amazônia Azul e o Petróleo do Pré-Sal são a pauta do dia.
Boa sorte, coragem e bom estudo a todos.
Roteiro de estudos de História do Brasil
Sugestão de Guia de Estudos para candidatos ao IRB - História do Brasil
1. Este guia é específico para quem deseja candidatar-se ao CAD, e não possui eficiência comprovada, já que sou um mero candidato neste concurso. Porém baseia-se em informações que pude coligir, além de experiências pessoais bem e mal-sucedidas, das quais colhi boas lições.
2. Normalmente ouvimos falar deste concurso, considerado o mais difícil do Brasil, que só não passa quem desiste. Ora, isto é apenas uma parte da verdade. Se fosse completar a idéia, eu diria que só não passa quem desiste...desde que, se mantenha regular e firme nos estudos, acompanhando a bibliografia sugerida, estudando com método e disciplina. Abaixo, abordarei então a questão da bibliografia sugerida, por disciplinas, com o foco nas provas anteriores, acessadas no site da CESPE/UNB. As provas anteriores (mesmo com todas a alterações provenientes das mudanças de Banca Examinadora, serão nosso guia para esse roteiro bibliográfico). Abordo inicialmente a disciplina História do Brasil.
História do Brasil
Abrindo o Guia de Estudos (disponível no endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2008), nas pág. 27, 28 e 29, nos deparamos com um pretencioso programa de História do Brasil. Porém, se História é importante neste concurso, a oferecer fundamentos para outras disciplinas, não há tempo para ler tudo. O Manual do Candidato/História, acessado no endereço eletrônico www.funag.gov.br - o dowload é em arquivo formato pdf - ou adquirido em versão impressa na loja virtual do mesmo sítio eletrônico (Guardem estes endereços!) é bastante útil, pois bate pontos prioritários do programa. Porém carece de aprofundamento. Seu objetivo talvez seja esse mesmo: mostrar caminhos a percorrer. Obras prioritárias seriam: 1. História concisa do Brasil, de Boris Fausto. Na verdade, o melhor seria um outro livro do Boris Fausto, História do Brasil. Está fora do programa, porém é mais amplo, e o conteúdo é melhor. O objetivo aqui seria uma revisão preliminar. Sublinhe e faça apontamentos em folhas de fichário, procurando seguir os tópicos do Guia de estudos (pág. 27 do guia de 2008). Quando você for aprofundar suas leituras, poderá “encaixar” em seu fichário, dentro dos tópicos, os seus novos apontamentos.
Depois do Boris Fausto, há o incontornável História da Política Exterior do Brasil, dos profs. Amado Cervo e Clodoaldo Bueno, “bam, bam, bans” quando o tema gira sobre política externa. Leia portanto com atenção, e tome notas. 3. Formação econômica do Brasil, do Celso Furtado. Você estuda História do Brasil, História Econômica e ainda cobre uma das obras da bibliografia obrigatória de Língua Portuguesa! Isso mesmo. Olhe a pág 20, do guia de estudos. 4. Ótima indicação é a biografia do Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira. Rio Branco: biografia pessoal e história política, obra clássica de Álvaro Lins. 5. Então você pode passar para José Murilo de Carvalho, A construção da ordem/teatro das sombras, para melhor entender a política imperial. 6. A seguir, temos “Maldita Guerra: nova história da Guerra do Paraguai”, de Francisco Doratioto. Sua leitura impõe-se na bibliografia, pois testa a tese de José Murilo de Carvalho em Construção da Ordem e conduz o leitor para a obra seguinte, 7. Brasil, Argentina e Estados Unidos: da tríplice aliança ao mercosul (1870-2003) de Luiz Alberto Moniz Bandeira.O foco será o pós-1870. Portanto, fique com a tese de Doratioto para o qual a Guerra do Paraguai foi uma afirmação dos Estados Nacionais no Cone Sul e depois atente no livro de Moniz Bandeira para o pós-1870. Agora creio que podemos indicar a última obra (ou vocês acharam pouco?): História Geral do Brasil, da Maria Yedda Linhares. Ótimo livro, abordagens bastante críticas; eu gosto sobretudo dos capítulos destinados à República. Bom, pessoal, esta seria uma lista prioritária.
Como professor de História, eu aconselharia o acompanhamento das páginas da grande imprensa, a leitura de revistas especializadas voltadas ao grande público, desde que realizadas como se lê um romance. Documentários sobre a História do Brasil, como a Revolução de 30 (Boris Fausto participou da sua organização, assim como o prof. Edgard Carone). Então faça os exercícios das provas objetiva e aberta, e veja seus pontos fracos.
Em breve vou abordar a História Mundial e a Geografia, as quais estou preparando. Um grande abraço, sucesso a todos, e vamos em frente!
1. Este guia é específico para quem deseja candidatar-se ao CAD, e não possui eficiência comprovada, já que sou um mero candidato neste concurso. Porém baseia-se em informações que pude coligir, além de experiências pessoais bem e mal-sucedidas, das quais colhi boas lições.
2. Normalmente ouvimos falar deste concurso, considerado o mais difícil do Brasil, que só não passa quem desiste. Ora, isto é apenas uma parte da verdade. Se fosse completar a idéia, eu diria que só não passa quem desiste...desde que, se mantenha regular e firme nos estudos, acompanhando a bibliografia sugerida, estudando com método e disciplina. Abaixo, abordarei então a questão da bibliografia sugerida, por disciplinas, com o foco nas provas anteriores, acessadas no site da CESPE/UNB. As provas anteriores (mesmo com todas a alterações provenientes das mudanças de Banca Examinadora, serão nosso guia para esse roteiro bibliográfico). Abordo inicialmente a disciplina História do Brasil.
História do Brasil
Abrindo o Guia de Estudos (disponível no endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2008), nas pág. 27, 28 e 29, nos deparamos com um pretencioso programa de História do Brasil. Porém, se História é importante neste concurso, a oferecer fundamentos para outras disciplinas, não há tempo para ler tudo. O Manual do Candidato/História, acessado no endereço eletrônico www.funag.gov.br - o dowload é em arquivo formato pdf - ou adquirido em versão impressa na loja virtual do mesmo sítio eletrônico (Guardem estes endereços!) é bastante útil, pois bate pontos prioritários do programa. Porém carece de aprofundamento. Seu objetivo talvez seja esse mesmo: mostrar caminhos a percorrer. Obras prioritárias seriam: 1. História concisa do Brasil, de Boris Fausto. Na verdade, o melhor seria um outro livro do Boris Fausto, História do Brasil. Está fora do programa, porém é mais amplo, e o conteúdo é melhor. O objetivo aqui seria uma revisão preliminar. Sublinhe e faça apontamentos em folhas de fichário, procurando seguir os tópicos do Guia de estudos (pág. 27 do guia de 2008). Quando você for aprofundar suas leituras, poderá “encaixar” em seu fichário, dentro dos tópicos, os seus novos apontamentos.
Depois do Boris Fausto, há o incontornável História da Política Exterior do Brasil, dos profs. Amado Cervo e Clodoaldo Bueno, “bam, bam, bans” quando o tema gira sobre política externa. Leia portanto com atenção, e tome notas. 3. Formação econômica do Brasil, do Celso Furtado. Você estuda História do Brasil, História Econômica e ainda cobre uma das obras da bibliografia obrigatória de Língua Portuguesa! Isso mesmo. Olhe a pág 20, do guia de estudos. 4. Ótima indicação é a biografia do Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira. Rio Branco: biografia pessoal e história política, obra clássica de Álvaro Lins. 5. Então você pode passar para José Murilo de Carvalho, A construção da ordem/teatro das sombras, para melhor entender a política imperial. 6. A seguir, temos “Maldita Guerra: nova história da Guerra do Paraguai”, de Francisco Doratioto. Sua leitura impõe-se na bibliografia, pois testa a tese de José Murilo de Carvalho em Construção da Ordem e conduz o leitor para a obra seguinte, 7. Brasil, Argentina e Estados Unidos: da tríplice aliança ao mercosul (1870-2003) de Luiz Alberto Moniz Bandeira.O foco será o pós-1870. Portanto, fique com a tese de Doratioto para o qual a Guerra do Paraguai foi uma afirmação dos Estados Nacionais no Cone Sul e depois atente no livro de Moniz Bandeira para o pós-1870. Agora creio que podemos indicar a última obra (ou vocês acharam pouco?): História Geral do Brasil, da Maria Yedda Linhares. Ótimo livro, abordagens bastante críticas; eu gosto sobretudo dos capítulos destinados à República. Bom, pessoal, esta seria uma lista prioritária.
Como professor de História, eu aconselharia o acompanhamento das páginas da grande imprensa, a leitura de revistas especializadas voltadas ao grande público, desde que realizadas como se lê um romance. Documentários sobre a História do Brasil, como a Revolução de 30 (Boris Fausto participou da sua organização, assim como o prof. Edgard Carone). Então faça os exercícios das provas objetiva e aberta, e veja seus pontos fracos.
Em breve vou abordar a História Mundial e a Geografia, as quais estou preparando. Um grande abraço, sucesso a todos, e vamos em frente!
Roteiro de estudos de Política Internacional
A Sugestão de leituras que abaixo você encontrará, é de caráter pessoal, fruto de escolhas de aprovação em concurso em um longo prazo. Estou convencido que o Concurso de acesso ao Corpo Diplomático encontra-se entre os certames mais difíceis, e torna-se pouco provável a alguém – exceção para os “iluminados” – assimilar adequadamente as muitas disciplinas no nível exigido para o Concurso (em suas fases eliminatórias e classificatórias). De toda forma porém, é válido o esforço para não comparecer ao Teste de Pré-Seleção como um mero espectador.
Roteiro de Estudo de Política Internacional para o CAD:
Abrindo o Guia de Estudos (versão 2008) nos deparamos com um imponente Programa de Política Internacional. Não é para menos. Levemos as pretensões da Banca, a sério, pois eles irão exigir (muito) do candidato.Basta consultar as provas anteriores. Por outro lado, lembremos que a linha de raciocínio do Teste de Pré-Seleção (que é eliminatório), apresenta caráter interdisciplinar, podendo contemplar conhecimentos de mais de uma disciplina. Então, pela lógica, se os estudos de História, Geografia e Economia auxiliarão na resolução da prova de Política Internacional, cabe escolher dentre os livros indicados para a disciplina Política Internacional, aquelas obras mais abrangentes quanto ao programa. Temas como MERCOSUL, União Européia, Política Externa dos EUA, Argentina, e a Agenda Internacional Brasileira, o que vale dizer especificamente as relações bilaterais do Brasil com outros países, além é claro dos interesses nacionais quanto à reforma da ONU ( com o tão esperada e frustrada tentativa de assento de membro efetivo no Conselho de Segurança) merecem ser contemplados; Aliás, diga-se de passagem, ao tempo da Liga das Nações, o Brasil já pleiteava ser membro permanente do Conselho Executivo da Liga.
Vamos às obras: 1. O Manual do Candidato: Política Internacional, do Demétrio Magnoli , que pode ser baixado no site da FUNAG (Biblioteca Digital de Política Externa) ou comprado na loja virtual. Apresenta tópicos do programa e extratos de textos interessantes. Não esgotará, logicamente o assunto, e o objetivo do manual não é este. 2. Após a leitura dos primeiros tópicos do Manual acima, a curiosidade ficará aguçada a respeito da Teoria Pura, na qual o Manual do Candidato é fraco. Então uma dica seria a leitura de Política e Relações Internacionais, do Marcus Faro de Castro. A leitura é agradável, porém caso o seu tempo esteja muito curto, comece a ler a partir da pág. 87 (Limites da herança clássica). Explicando melhor: o leitor faz até o cap 3, um resumo dos paradigmas seminais da teoria política ( o universalismo platônico e o particularismo aristotélico ) então se você já possui alguma noção de filosofia ou se lembra de disciplinas como História das Idéias Políticas, leia o cap. 3 e a Parte II da obra, cerca de 80 páginas. 3. Então vá para o livro do Alcides Costa Vaz, Cooperação, Integração e Processo Negociador: a construção do MERCOSUL; 4. A Construção da Europa: a última utopia das relações internacionais; 5. Repertório de Política Externa: Posições do Brasil (da Secretaria de Assuntos Diplomáticos do MRE). A obra é uma súmula, uma espécie de contencioso ostensivo do que o Brasil vem tratando, e você encontrará, visando o Programa, muito conteúdo relacionado aos itens 3 em diante; 6. Sobrou tempo? Não? Então arrume. Rs,rs,rs...A Política externa dos Estados Unidos, da Cristina Soreanu Pecequilo, que ainda não li, mas lerei, com certeza (afinal, como desconhecer a Política Externa da Potência Hegemônica?); 7. E já que estamos motivados, vamos para os escritos do José Paradiso, Um lugar no mundo: a Argentina e a busca de identidade internacional. (Na verdade, caso você possua ou tenha acesso a “O Brasil em um Mundo em transição”, série de ensaios escritos pelo Luiz A. Souto Maior, e que foi retirada do programa, poderá ler o Cap III, que vai da pág. 111 até a pág 170. Poderá agregar também com a leitura do Cap “Argentina: do desencantamento da modernidade à força dos lugares, encontrada na obra “Continente em Chamas” indicado na bibliografia de Geografia (afinal a prova não é transdisciplinar?). Esta é uma relação, reitero, precária. Poderíamos incluir ainda “O desafio do Capitalismo Global”, do Robert Gilpin, ou o “Relações Internacionais e Temas Sociais”, que retiraram da bibliografia sem motivo ou substituto à altura. Outra boa pedida seria o “Relações Internacionais: teorias e Agendas”, mas se o tempo estiver mesmo curto, a obra nº 2. da nossa relação, atenderá muito bem. Esperando que tenha respondido, ao menos em parte, algumas dúvidas, renovo meus votos de Bom Estudo a todos. E vamos lá, pessoal.
Roteiro de Estudo de Política Internacional para o CAD:
Abrindo o Guia de Estudos (versão 2008) nos deparamos com um imponente Programa de Política Internacional. Não é para menos. Levemos as pretensões da Banca, a sério, pois eles irão exigir (muito) do candidato.Basta consultar as provas anteriores. Por outro lado, lembremos que a linha de raciocínio do Teste de Pré-Seleção (que é eliminatório), apresenta caráter interdisciplinar, podendo contemplar conhecimentos de mais de uma disciplina. Então, pela lógica, se os estudos de História, Geografia e Economia auxiliarão na resolução da prova de Política Internacional, cabe escolher dentre os livros indicados para a disciplina Política Internacional, aquelas obras mais abrangentes quanto ao programa. Temas como MERCOSUL, União Européia, Política Externa dos EUA, Argentina, e a Agenda Internacional Brasileira, o que vale dizer especificamente as relações bilaterais do Brasil com outros países, além é claro dos interesses nacionais quanto à reforma da ONU ( com o tão esperada e frustrada tentativa de assento de membro efetivo no Conselho de Segurança) merecem ser contemplados; Aliás, diga-se de passagem, ao tempo da Liga das Nações, o Brasil já pleiteava ser membro permanente do Conselho Executivo da Liga.
Vamos às obras: 1. O Manual do Candidato: Política Internacional, do Demétrio Magnoli , que pode ser baixado no site da FUNAG (Biblioteca Digital de Política Externa) ou comprado na loja virtual. Apresenta tópicos do programa e extratos de textos interessantes. Não esgotará, logicamente o assunto, e o objetivo do manual não é este. 2. Após a leitura dos primeiros tópicos do Manual acima, a curiosidade ficará aguçada a respeito da Teoria Pura, na qual o Manual do Candidato é fraco. Então uma dica seria a leitura de Política e Relações Internacionais, do Marcus Faro de Castro. A leitura é agradável, porém caso o seu tempo esteja muito curto, comece a ler a partir da pág. 87 (Limites da herança clássica). Explicando melhor: o leitor faz até o cap 3, um resumo dos paradigmas seminais da teoria política ( o universalismo platônico e o particularismo aristotélico ) então se você já possui alguma noção de filosofia ou se lembra de disciplinas como História das Idéias Políticas, leia o cap. 3 e a Parte II da obra, cerca de 80 páginas. 3. Então vá para o livro do Alcides Costa Vaz, Cooperação, Integração e Processo Negociador: a construção do MERCOSUL; 4. A Construção da Europa: a última utopia das relações internacionais; 5. Repertório de Política Externa: Posições do Brasil (da Secretaria de Assuntos Diplomáticos do MRE). A obra é uma súmula, uma espécie de contencioso ostensivo do que o Brasil vem tratando, e você encontrará, visando o Programa, muito conteúdo relacionado aos itens 3 em diante; 6. Sobrou tempo? Não? Então arrume. Rs,rs,rs...A Política externa dos Estados Unidos, da Cristina Soreanu Pecequilo, que ainda não li, mas lerei, com certeza (afinal, como desconhecer a Política Externa da Potência Hegemônica?); 7. E já que estamos motivados, vamos para os escritos do José Paradiso, Um lugar no mundo: a Argentina e a busca de identidade internacional. (Na verdade, caso você possua ou tenha acesso a “O Brasil em um Mundo em transição”, série de ensaios escritos pelo Luiz A. Souto Maior, e que foi retirada do programa, poderá ler o Cap III, que vai da pág. 111 até a pág 170. Poderá agregar também com a leitura do Cap “Argentina: do desencantamento da modernidade à força dos lugares, encontrada na obra “Continente em Chamas” indicado na bibliografia de Geografia (afinal a prova não é transdisciplinar?). Esta é uma relação, reitero, precária. Poderíamos incluir ainda “O desafio do Capitalismo Global”, do Robert Gilpin, ou o “Relações Internacionais e Temas Sociais”, que retiraram da bibliografia sem motivo ou substituto à altura. Outra boa pedida seria o “Relações Internacionais: teorias e Agendas”, mas se o tempo estiver mesmo curto, a obra nº 2. da nossa relação, atenderá muito bem. Esperando que tenha respondido, ao menos em parte, algumas dúvidas, renovo meus votos de Bom Estudo a todos. E vamos lá, pessoal.
Roteiro de estudos de História Mundial
Roteiro de Estudos para candidatos ao IRB
História Mundial.
O guia de estudos e as provas anteriores balizam as escolhas. O estudo deve ser realizado com o necessário aprofundamento, como se não houvesse mais a oportunidade de consultar os livros antes da realização das provas.
1. O Manual do Candidato, de autoria do Prof. Paulo Fagundes Vizentini, “História Mundial Contemporânea (1776-1991), possui uma escrita agradável e fluída. Nem por isto o texto deixa a desejar, sendo bastante informativo. Porém somente sua leitura será insuficiente, pois ele não foi feito com o objetivo de esgotar o assunto, mas repetimos o que aqui já falamos,objetiva apontar caminhos. Deve ser lido sem que nos detenhamos muito.
2. Então poderemos passar para o texto de Paul Kennedy, Ascensão e Queda das Grandes Potências, lendo do cap 4 ao 8 ( para aqueles que apreciam, a tese do autor você encontra na Introdução da obra), sublinhando e fixando se possível de forma articulada a uma leitura de;
3. Michel Beaud, História do Capitalismo (de 1500 aos nossos dias), o texto é muito bom e o autor utiliza gráficos de extorsão de valor (entre classes no país, entre metrópoles e colônias, entre centro e periferia, muito fáceis de ficar na memória.
4. O longo século XX, de Giovanni Arrighi, aponta para as diversas “roupagens” assumidas pelo capitalismo, e servirá para dialogar com o texto de Beaud. De Arrighi, leia os capítulos 1 e 4.
5. Passemos às “Eras” do Hobsbawm. Seguindo a seqüência: 5.Era das Revoluções;
6.Era do Capital;
7.Era dos Impérios;
8.Era dos Extremos;
9.História da América Latina, do Halperin Donghi logo após a era das Revoluções e 10.Orientalismos do Edward W.Said (que retiraram da bibliografia), logo após a era dos Impérios. Após a era dos Extremos, procure ler a 11.História das Colonizações, do Marc Ferro (que também inexplicavelmente tiraram da bibliografia, mas continuo lendo!)
Inclusões futuras: um livro do prof José Flávio S. Saraiva, História das Relações Internacionais Contemporâneas, que não possuo, mas estou curioso para ler. A mesma coisa para o texto do Demétrio Magnoli, Relações Internacionais: teoria e história. Válido ainda – para dizer a verdade, muito válido – seria a História do Cone Sul, do prof. Amado Cervo.
Temas capitais
- Ajuste do foco em História da América Latina, especialmente Argentina e México ( Revolução Mexicana e Peronismo), além de Bolívia e Venezuela.
- Temas clássicos: Revolução Francesa, Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria, assuntos que estiveram presentes em todas as provas do Instituto até o presente (2007).
História Mundial.
O guia de estudos e as provas anteriores balizam as escolhas. O estudo deve ser realizado com o necessário aprofundamento, como se não houvesse mais a oportunidade de consultar os livros antes da realização das provas.
1. O Manual do Candidato, de autoria do Prof. Paulo Fagundes Vizentini, “História Mundial Contemporânea (1776-1991), possui uma escrita agradável e fluída. Nem por isto o texto deixa a desejar, sendo bastante informativo. Porém somente sua leitura será insuficiente, pois ele não foi feito com o objetivo de esgotar o assunto, mas repetimos o que aqui já falamos,objetiva apontar caminhos. Deve ser lido sem que nos detenhamos muito.
2. Então poderemos passar para o texto de Paul Kennedy, Ascensão e Queda das Grandes Potências, lendo do cap 4 ao 8 ( para aqueles que apreciam, a tese do autor você encontra na Introdução da obra), sublinhando e fixando se possível de forma articulada a uma leitura de;
3. Michel Beaud, História do Capitalismo (de 1500 aos nossos dias), o texto é muito bom e o autor utiliza gráficos de extorsão de valor (entre classes no país, entre metrópoles e colônias, entre centro e periferia, muito fáceis de ficar na memória.
4. O longo século XX, de Giovanni Arrighi, aponta para as diversas “roupagens” assumidas pelo capitalismo, e servirá para dialogar com o texto de Beaud. De Arrighi, leia os capítulos 1 e 4.
5. Passemos às “Eras” do Hobsbawm. Seguindo a seqüência: 5.Era das Revoluções;
6.Era do Capital;
7.Era dos Impérios;
8.Era dos Extremos;
9.História da América Latina, do Halperin Donghi logo após a era das Revoluções e 10.Orientalismos do Edward W.Said (que retiraram da bibliografia), logo após a era dos Impérios. Após a era dos Extremos, procure ler a 11.História das Colonizações, do Marc Ferro (que também inexplicavelmente tiraram da bibliografia, mas continuo lendo!)
Inclusões futuras: um livro do prof José Flávio S. Saraiva, História das Relações Internacionais Contemporâneas, que não possuo, mas estou curioso para ler. A mesma coisa para o texto do Demétrio Magnoli, Relações Internacionais: teoria e história. Válido ainda – para dizer a verdade, muito válido – seria a História do Cone Sul, do prof. Amado Cervo.
Temas capitais
- Ajuste do foco em História da América Latina, especialmente Argentina e México ( Revolução Mexicana e Peronismo), além de Bolívia e Venezuela.
- Temas clássicos: Revolução Francesa, Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria, assuntos que estiveram presentes em todas as provas do Instituto até o presente (2007).
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