Sejam Benvindos ao Blog Estudos Diplomáticos !

Este espaço foi criado para reunir conhecimentos acadêmicos e informações relacionadas ao Concurso para ingresso no Instituto Rio Branco.



quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Feliz Ano Novo! Boas Festas! Muitas realizações em 2010!



Com um grande abraço, são os votos que faço aos frequentadores deste Blog. Sejam todos muito felizes! Antonio Carlos.

Noções de Economia: Fundamentos de Microeconomia ( Estruturas de Mercado)

Concorrência perfeita, Monopólio, Concorrência Monopolística, Oligopólio. Vamos aprender um pouco mais de Economia.
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Curso de Inglês: 2ª aula - Present Continuos e 3ª aula - The Past of To Be.

Segue o nosso curso "emergencial" de Língua Inglesa.

Presente Continuos

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The Past of To Be

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Como diriam os franceses, Bon travail !!

domingo, 27 de dezembro de 2009

Curso de Inglês: 1ª Aula - Basic Structures

Esta postagem atende alguns pedidos materializados tanto através dos comentários dos leitores, quanto por remessa de e-mail. Não era a minha intenção inicial fazer postagens sequenciais de uma mesma disciplina às vésperas do concurso. A nova fase do nosso Blog, que iniciar-se-á imediatamente após a prova do TPS (24 de janeiro de 2010) seria uma data mais adequada. O Curso que iniciamos abaixo é bastante simples, composto por 24 lições, e voltado para candidatos aos diversos vestibulares. Mas obedece a um método, a uma sequência que é importante para os que buscam o aprendizado instrumental da Língua Inglesa. Após fevereiro, irei fazer a postagem de um Curso de Inglês maior e mais adequado. Previstas ainda estão as postagens de Cursos de Francês e Espanhol (nível básico). Contudo, continuo a sustentar o que escrevi abaixo, no Roteiro de estudo para a Língua Portuguesa ( como lembrança), o melhor a fazer é procurar inicialmente um curso 'sério' de idiomas, e após o esgotamento do que ele poderá oferecer, contar com a ajuda de um professor especialista no tipo de preparação requerida pelo CAD. E isto demanda tempo.

Basic Structures

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Por hora, juntamente com o curso que postarei, faço a sugestão do uso do livro Inglês Passo a Passo, de um Dicionário Inglês-Português e de uma Gramática da Língua Inglesa. A leitura comparativa de obras (priorize as obras sugeridas no Guia de Estudos do Concurso!) em Inglês com as suas traduções editadas em Língua Portuguesa poderá ser uma boa pedida. Um abraço a todos. Antonio Carlos

Noções de Economia: 2. Fundamentos de Microeconomia

Esta vídeo-aula trata da Oferta, Demanda e Equilíbrio de Mercado. Abaixo segue um exercício para resolução.

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EXERCÍCIO PROPOSTO
Um empresário encomendou uma pesquisa para descobrir como se comporta o mercado de chocolate. O economista contratado forneceu a ele as expressões da curva de oferta e de demanda. Hipoteticamente, seja a demanda dada pela função D=16-2p (D é a quantidade demandada de chocolate e p é o preço) e a oferta, por S=4p+4 (S é a quantidade ofertada de chocolate). Agora o empresário conta com sua ajuda para responder o seguinte:

a) Qual o preço de equilíbrio e a respectiva quantidade?
b) Se o preço for fixado em R$3,00, haverá excesso de oferta ou de demanda? Quantifique.

Responda no espaço reservado aos comentários.

Noções de Economia: Iniciando o Estudo da Economia

Olá! Conforme sugerido por alguns dos nossos colegas/leitores, segue a primeira vídeo-aula de Noções de Economia. Trata-se do início do estudo, onde aparecem aspectos da matéria como Curva de Possibilidade de Produção, Custo de Oportunidade e Sistemas Econômicos. Uma complementação adequada seria utilizar a Introdução à Economia, do Mankiw, cap. 1 e 2. Postarei em breve alguns exercícios referentes a este vídeo. Bom estudo! Seu comentário será muito importante!

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sábado, 19 de dezembro de 2009

Nossas próximas postagens: SUGESTÕES??

Olá, Pessoal! O dia do Concurso se aproxima. A ansiedade das Festas de Fim de Ano sempre tomam algum tempo, e acho até bom, pois ajuda a quebrar a rotina. Não farei o próximo Concurso. Mas estou aqui para ajudá-los naquilo que for possível, dentro do meu tempo cada vez mais escasso...
O objetivo maior desse espaço é caminharmos juntos na escabrosidade desse carreiro que é o CAD. Mas iremos sempre procurar fazer essa caminhada com serenidade, e lembrando que o foco principal aqui é democratizar o conhecimento. Não acredito em ações afirmativas baseadas em critérios racialistas, como diria o Prof. Demétrio Magnoli, cujos posicionamentos acerca desse tema eu respeito muito. Entendo a segregação/discriminação em nosso País como algo fundado em critérios sociais, e defendo que a pobreza é o grande empecilho a ser combatido.
Nosso humilde Blog, aproveitando dos avanços da inclusão digital, se propõe a disponibilizar material didático que julgo poderá ser bastante útil. Se o objetivo maior é caminharmos juntos, um dos objetivos secundários é prestigiar as disciplinas do Teste de Pré-Seleção, respeitando o nível de exigência dessa fase do concurso.
Em atenção a essa proposta, foram postadas vídeo-aulas, artigos e fichamentos, construídos roteiros de estudo, entre outros.
Tentei responder através de e-mail, ou manter diálogo por meio de conentários após postagens.
Possuo algum material que poderia ainda ser útil nos próximos dias, para o TPS. Acredito que priorizamos a História Contemporânea e do Brasil, a Geografia, a Língua Portuguesa, as Noções de Direito. Fiz apenas uma postagem de Noções de Economia, e nenhuma de Política Internacional ou de Língua Estrangeira. A maioria do material que disponho em termos de Política Internacional são fichamentos ou sínteses de livros da Bibliografia do CAD. Teriam que ser digitados, já que (sou do tempo da máquina de escrever...vocês já ouviram falar nelas?rs.)ainda tomo meus apontamentos no papel.

Há um ditado no Futebol que diz: "quem pede (a bola) recebe, quem se desloca, tem a preferência !"

Dessa forma, deixo abaixo o espaço de comentários, para saber daquilo que mais precisam. Vídeo-aulas de noções de Economia? Algo sobre Política Internacional? Vídeo-aulas de Inglês? Aguardo então as sugestões, com um abraço a todos.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Vídeo-Aula de História do Brasil: 7. Redemocratização

Com esta postagem, terminamos as vídeo-aulas de História do Brasil. As páginas finais da História Concisa do Brasil tratam dos temas dessa vídeo-aula. Fazer a chamada História do Tempo Presente não é propriamente trabalho para historiadores, e a escrita desses fica cada vez mais parecida com a do jornalista. Onde o livro de História acaba, fica evidente a necessidade de acompanhar a imprensa diária, de boa qualidade. Faço votos de bons estudos a todos.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Vídeo-Aula de História do Brasil: 6. Regime Militar

Complementando: em História Concisa do Brasil, de Boris Fausto, você encontrará, entre as páginas 257 e 310, os subsídios para substanciar seu estudo sobre este período (1964-1984). Lembrando sempre que em um Concurso dessa natureza, com várias fases, é importante o conhecimento de todas as matérias, inicialmente para atingir a nota de corte do Teste de Pré-Seleção (TPS).
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sábado, 5 de dezembro de 2009

Vídeo-Aula de História do Brasil: 5. Período Democrático

É interessante consultar nossa sugestão no roteiro de estudo de História do Brasil. Partir do geral para o específico. Esta é a proposta de iniciar o estudo da História do Brasil pelo texto do Boris Fausto. Neste sentido, o objeto do vídeo abaixo encontra-se entre as páginas 219 e 256 de História Concisa do Brasil, de Boris Fausto, livro que, como é sabido de todos, integra o elenco de obras sugeridas pelo IRBr para o CAD.
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Vídeo-Aula de História do Brasil: 4. A Era Vargas.

Vamos prosseguir com História do Brasil. Para aqueles que desejarem, e recomendo que o façam, a sugestão é a leitura de História Concisa do Brasil, de Boris Fausto. O Cap 4. A "Era Vargas" ou O Estado Getulista (1930 - 1945) encontra-se da pag. 185 à pag. 217. Então, bom estudo!
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Vídeo-Aula de Língua Portuguesa: 10. Expressões que apresentam dificuldade.

Com esta postagem, encerramos a série de vídeo-aulas de Língua Portuguesa. As vídeo-aulas serão o suficiente para um concurso da natureza do CAD? Certamente não. Devem ser vistas porém como uma contribuição substancial ao aprendizado da nossa Língua. Devem ser complementadas com a utilização de uma boa Gramática (veja a indicação em nossos roteiros de estudo) que poderá ser adquirida usada, como sugestão, junto à Estante Virtual por módicos R$10,00... Com esse aparelhamento, uma boa dose de exercícios e muita força de vontade, é possível realizar uma boa prova. O resto é aperfeiçoamento. Bom estudo a todos.
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Língua Portuguesa: 9. Pontuação

Pontuação é questão certa. Então vamos aprender as regrinhas.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Vídeo-Aula de Língua Portuguesa: 8. Concordância Nominal

Mais um bom tema de estudo. Concordância Nominal.
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Língua Portuguesa: 7. Concordância Verbal

Concordância é tema sempre exigido. Seu desconhecimento é "morte certa"... .
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Mais uma Vídeo-Aula de História do Brasil: 3. A REPÚBLICA VELHA (1889-1930)

O que escrevi para as 02 postagens referentes à Colônia e ao Período Imperial valem para a Primeira República, combinado? Compensará então após conferir o vídeo, folhear as págs 139 a 183 de História Concisa do Brasil, de Boris Fausto. Um abraço a todos. Antonio.

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domingo, 29 de novembro de 2009

A Revolução Chinesa


Completando nossas postagens sobre as Revoluções no Século XX, apresento uma boa opção em meio às obras do guia de estudos para o entendimento da Revolução Chinesa. A obra de Jonathan D. Spence, EM BUSCA DA CHINA MODERNA: Quatro séculos de História. Dê atenção aos cap. 16,17,18,19,20 e 21.

Torne-se um membro. Associe-se. Faça seus comentários

Este Blog existe para nos impulsionar nos Estudos para o CAD. Neste objetivo, procuro disponibilizar o conhecimento contido nos materiais das postagens. Eles estão atendendo adequadamente os usuários do Blog? Não sei. Por isso preciso que os companheiros de estudo se pronunciem, sugerindo temas, comentando pontos que possam ter passado desapercebidos, ou pedindo temas específicos das matérias. Contamos com um canal de comunicação por e-mail: estudosdiplomaticos@gmail.com
Dentro do possível, procurarei atender individualmente aqueles que vierem necessitar de algum material digitalizado. Mas vamos combinar alguma coisa, certo? associem-se! É gratuito, assim como os materiais que serão enviados. Quando enviarem e-mail, façam referência ao seu nome de associado/seguidor. Aqueles que forem seguidores do Blog terão preferência no envio dos materiais. Bom estudo a todos!

Vídeo-Aula de História do Brasil: 2. Brasil Império

Vamos prosseguir com a síntese de História Concisa do Brasil, por Boris Fausto. Caso queira realizar a leitura correspondente a este vídeo, o que é muito recomendável, o texto encontra-se entre as páginas 77 e 138 (Capítulo 2 - O BRASIL MONÁRQUICO, 1822-1889).
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sábado, 28 de novembro de 2009

Vídeo-Aula de Língua Portuguesa: 6. Verbos, Pronomes Relativos, Regência Nominal

Mais uma boa vídeo-aula. Temas que são verdadeiras cartas marcadas no CAD.
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Revoluções Russa, Chinesa e Cubana

As REVOLUÇÕES NO SÉCULO XX: Rússia e China, assim como as REVOLUÇÕES NA AMÉRICA LATINA, nos casos do México (já tratada em artigo, ver postagem abaixo, marcador 'artigos') e Cuba são cobrança certa no CAD. Cabe então assistir para complementar o estudo...nos livros.

A REVOLUÇÃO RUSSA


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A REVOLUÇÃO CUBANA

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Vídeo-Aula de História do Brasil: 1. Brasil Colônia.

Olá. Vídeos são quase sempre muito úteis, pois agradáveis de ver, respondem muitas vezes de forma substitutiva a necessidades que temos de distanciamento de livros para assistir, digamos, um filme, um telejornal. Porém não substituem os livros, digo, a relação cognitiva necessária, dentro do alto nível de cobrança do Concurso para o CAD. Este vídeo é uma súmula de História Concisa do Brasil, de Boris Fausto. Minha sugestão é que assistam ao vídeo, e após isso, leiam na obra acima indicada o capítulo correspondente (Cap.I, pag. 9 a 75)
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Vídeo-Aula de Língua Portuguesa: 5. Topologia Pronominal

Mais uma boa vídeo-aula. É questão certa! Topologia Pronominal
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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Vídeo-Aula de Língua Portuguesa: 4. Sintaxe

O concurso já tem data marcada. Então não vamos brincar com o tempo. Sintaxe.
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domingo, 15 de novembro de 2009

sábado, 14 de novembro de 2009

Vídeo-Aula de Língua Portuguesa: 2. Uso da Crase.

Fiquemos com mais esta boa aula de Língua Portuguesa: uso da crase. Cobrança certa em concursos.
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Vídeo-Aula de Língua Portuguesa. 1.Acentuação Gráfica

Olá! Parece que o Concurso adiantou um pouquinho. Em face da "pedreira" que é a Língua Portuguesa, irei disponibilizar um curso completo. Porém é importante ressaltar que o estudo deverá ser complementado com a gramática e exercícios. Coragem!
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Abertas as inscrições !

Com o Edital de 6 de novembro de 2009 foi dado início ao CONCURSO DE ADMISSÃO À CARREIRA DE DIPLOMATA/2010.

Como em anos anteriores, o Concurso será realizado pelo Instituto Rio Branco (IRBr), com a colaboração do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (CESPE/UnB). O edital completo encontra-se disponível no endereço eletrônico do CESPE/UnB
http://www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2010

sobre o Concurso:

Terá quatro fases:
a) Primeira Fase: Prova Objetiva, de caráter eliminatório, constituída de questões objetivas de Português, de História do Brasil, de História Mundial, de Geografia, de Política Internacional, de Inglês, de Noções de Economia e de Noções de Direito e Direito Internacional Público;

b) Segunda Fase: prova escrita de Português, de caráter eliminatório e classificatório;

c) Terceira Fase: provas escritas de História do Brasil, de Geografia, de Política Internacional, de Inglês,de Noções de Economia e de Noções de Direito e Direito Internacional Público;

d) Quarta Fase: provas escritas, de caráter exclusivamente classificatório, de Espanhol e de Francês.

Cada uma das fases será realizada simultaneamente nas cidades de Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campo Grande/MS, Cuiabá/MT, Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, Manaus/AM, Natal/RN, Porto Alegre/RS, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, São Luís/MA, São Paulo/SP e Vitória/ES.

SOBRE AS VAGAS: 108, sendo 6 vagas reservadas aos candidatos portadores de deficiência.
As inscrições poderão ser efetuadas somente via Internet, e o valor da taxa de inscrição é de R$ 120,00. O endereço eletrônico é http://www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2010
Período das inscrições: entre 10 horas do dia 9 de novembro de 2009 e 23 horas e 59 minutos do dia 13 de dezembro de 2009, horário oficial de Brasília/DF.
O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetuado até o dia 22 de dezembro de 2009. As inscrições somente serão acatadas após a comprovação de pagamento da taxa de inscrição. O comprovante de inscrição do candidato estará disponível no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2010, após o acatamento da inscrição, sendo de responsabilidade exclusiva do candidato a obtenção desse documento.
Informações complementares disponíveis no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2010.

O Guia de Estudos para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata 2010 estará disponível até o final do mês de dezembro de 2009, no endereço eletrônico
http://www.cespe.unb.br/concursos/diplomacia2010.

domingo, 8 de novembro de 2009

Um documentário sobre a I Guerra Mundial




O Professor Francis Anthony Hew Strachan, nasceu em 1 de setembro de 1949 em Edimburgo, Escócia. É um historiador conhecido por seu trabalho como Docente junto ao exército britânico, além de ser renomado por suas pesquisas sobre a Primeira Guerra Mundial (1914-1918).
Estudou em Cambridge, mas foi de Oxford que recebeu a incumbência para escrever uma História da Primeira Guerra Mundial. O documentário que você assistirá é a primeira de dez partes baseadas nessa obra. Espero que gostem e que seja útil para o nosso estudo.

História Mundial Contemporânea: novas postagens



Preparo uma série de postagens nas quais pretendo abordar uma considerável parte do Programa de História Mundial Contemporânea em seu item 3. Relações Internacionais. Os temas tratados serão variados, transitando entre a Primeira Guerra Mundial e a Guerra Fria: Causas da Primeira Guerra Mundial, Os 14 pontos de Wilson, A Paz de Versalhes, Os conflitos localizados, etc... . Utilizaremos fichas de leitura, mapas, documentários em vídeo e pequenos artigos. Portanto, aguardem!!!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Nossa última vídeo-aula de Direito Constitucional: Organização Político-Administrativa (Estados, Municípios e Distrito Federal)

Esperamos ter proporcionado com essas vídeo-aulas de Direito Constitucional um bom auxílio, senão algum incentivo aos que precisam de fontes confiáveis para o estudo. Aguardamos as sugestões daqueles que sendo Bacharéis em Direito, encontram-se, acredito, em melhores condições de opinar de forma fundamentada. Um abraço.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Noções de Direito. Aula: Poder Judiciário e os seus órgãos

Da separação das funções do Poder e de seus Órgãos. Vamos estudar mais uma boa vídeo-aula? Dessa vez, vamos conhecer mais sobre o Poder Judiciário e os seus órgãos
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Nova vídeo-aula de Noções de Direito: Da Separação das Funções do Poder e dos seus Órgãos

Se depender do Estudos Diplomáticos, todos ficarão bem em Noções de Direito. Então vamos ao trabalho!
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Nova vídeo-aula de Direito Constitucional

Prosseguimos com com a aula 2: O processo legislativo primário (Da separação das funções do Poder e de seus Órgãos) .
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Direito Constitucional. Da separação das funções do Poder e de seus Órgãos

Vamos prosseguir com a Disciplina de Noções de Direito e Direito Público Internacional. Esta vertente do Concurso apresenta um bom grau de dificuldade, principalmente para os não Bacharéis em Direito. Aula: A separação de funções do Poder e do Legislativo.
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domingo, 1 de novembro de 2009

O controle concentrado de constitucionalidade e as ações que o permitem.

Vamos prosseguir com o Direito Constitucional? Então damos sequência a mais uma boa vídeo-aula para concluir "Do Controle de Constitucionalidade".
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A Guerra de Secessão ( Parte V - Final )




A Guerra de Secessão ( Parte V - Final )

(...Continuação)

Em face do que está sendo colocado, parece ficar evidente que os custos da guerra foram, juntamente com o poder industrial, o dobre-de-finados do Sul, pois a principal renda dos Confederados vinha da exportação do algodão, que foi sustada pelo bloqueio nortista. Por outro lado, interessa esclarecer que as potências européias não se envolveram diretamente na luta, auxílio que se constituía em esperança sulista, calcada é verdade em uma interpretação terrivelmente errônea das prioridades políticas britânicas de princípios da década de 1860.
No que toca a questões financeiras, é importante frisar que haviam poucos bancos no Sul e pouco capital líquido. Em termos tributários, a taxação da terra e dos escravos pouca receita proporcionava ao governo confederado, devendo ser tornado claro que o Sul tivera de correr o risco de retirar um número demasiado grande de braços da agricultura, minas e fundições, debilitando mais ainda sua já questionável capacidade de suportar uma luta prolongada.
Quanto ao que foi colocado acima, cumpre dizer que os empréstimos levantados no exterior pouco representaram, e sem divisas estrangeiras, ou sem mercadorias, ficava difícil custear as importações vitais. Havia mais, o volume do papel-moeda confederado, combinado com uma tremenda escassez de mercadorias, criou uma inflação “galopante”. Em contraste com o Sul, o Norte sempre pôde levantar dinheiro, fosse pela tributação ou pelo empréstimo, para custear com dinheiro suficiente, o conflito, pois a produtividade nortista crescera durante a guerra, não somente em munições, mas também em abertura de ferrovias e construção de navios encouraçados, assim como na agricultura.
Refletindo sobre o motivo de fundo da guerra, a expansão da escravidão para o Oeste, Hobsbawm põe em questão que, caso tal extensão da sociedade escravista tivesse ocorrido, se seria factível pensar em um enfraquecimento da escravidão. Ora, o Norte, conforme informa esse historiador, estava em posição de unificar o continente, condição que o Sul não possuía. Agressivos em postura – assim os avaliou Hobsbawm – o recurso real dos sulistas estava em abandonar a luta, e separar-se da União. O sinal para isso foi dado pela eleição de Lincoln, em 1860, o que significava que haviam perdido o “meio-Oeste”.
Não obstante, se o triunfo do Norte era o triunfo do capitalismo norte-americano e dos Estados Unidos moderno, não seria o triunfo do Negro, pois embora a escravidão fosse abolida, depois de alguns anos de “reconstrução”, o Sul retornou ao controle dos brancos conservadores sulistas. O Sul permaneceu então, pobre, agrário, atrasado e ressentido, mas guardando uma autonomia substancial, com seu voto em bloco a exercer alguma influência nacional, sendo este apoio essencial para o sucesso do partido Democrata.

(Na foto acima o importante centro ferroviário de Atlanta, no Oeste, após capturado pelas tropas da União sob o comando do General Sherman, em setembro de 1864)

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Bibliografia:

HOBSBAWM, Eric J. A era do Capital (1848-1875). 3. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.
Kennedy, Paul. Ascensão e Queda das Grandes Potências: transformação econômica e conflito militar de 1500 a 2000. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1989.
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É sempre oportuno lembrar que o texto que produzi acima não ambiciona esgotar o assunto que é objeto do Concurso ao IRBr.

Para saber mais...

Saindo um pouco das obras sugeridas para o concurso ao IRBr, creio que pode ser sugerida a seguinte obra:
SELLERS, Charles, MAY, Henry, McMILLEN, Neil. Uma reavaliação da História dos Estados Unidos: de Colônia a Potência Imperial. Rio de Janeiro: Zahar, 1990.

sábado, 31 de outubro de 2009

A Guerra de Secessão (Parte IV)



A Guerra de Secessão ( Parte IV )

(...Continuação)

A Guerra Civil Norte-Americana foi acima de tudo, uma guerra de massa e de inovações técnicas, com exércitos sendo transportados por ferrovias, empregando tanto artilharia, quanto armas leves modernas, comunicando-se por telégrafo com os seus quartéis-generais e utilizando-se de recursos de mobilização de uma economia de guerra. Pode ser considerada, ainda segundo Paul Kennedy, muito antes que a Guerra da Criméia ou as campanhas de unificação da Prússia, como a primeira “guerra total” industrializada, a empregar em suas campanhas navais o uso – pela primeira vez – dos encouraçados, das torres rotativas, dos primeiros torpedos e minas, mas também, de rápidos barcos corsários a vapor.
Porém, é em face da desproporção de recursos humanos e materiais existentes entre o Norte e os Estados Confederados que se pode, inferindo-se uma igualdade de disposição de ambos os lados da guerra, esboçar algumas linhas sobre as possibilidades de vitória para os contendores naquele conflito. A começar pelo Sul, Kennedy encontrou as seguintes vantagens:
1- A motivação, pois os sulistas estavam lutando pela sua própria existência, e em geral, em seu próprio solo;
2- Poderiam convocar uma proporção mais alta de homens brancos, que sabiam montar e manejar armas de fogo;
3- Contavam com generais decididos e de boa qualidade; e,
4- Por muito tempo ainda, pôde o Sul importar munições e outros abastecimentos para compensar suas deficiências de material.
Vantagens insuficiente de contrabalançar, se comparadas com as que contavam as forças do Norte, a saber:
1- Um população de cerca de 20 milhões de brancos, total sempre aumentado pela constante chegada de imigrantes, sendo que mais de 800 mil aportaram na América entre 1861 e 1865;
2- A decisão, de 1862, quanto ao recrutamento de soldados negros, o que foi evitado pelos sulistas até os últimos meses da guerra;
3- O Norte tinha 110 mil estabelecimentos industriais, contando o Sul apenas com 18 mil, além disso o Norte e seu exército de trabalhadores industriais especializados detinham conhecimentos técnicos dos quais dependiam as precárias indústrias do Sul. Uma espantosa disparidade econômica entre beligerantes que iria aos poucos transformar-se em real supremacia militar;
4- O Sul podia fabricar fuzis em pequena quantidade, graças à maquinaria capturada em Harper’Ferry, enquanto o Norte podia ampliar maciçamente a sua fabricação;
5- O sistema ferroviário do Norte, que era de cerca de 33 mil km de extensão pôde ser mantido e ampliado, estendendo-se do Leste para Sudoeste, ao passo que os 14 mil km do Sul combinavam-se com um estoque inadequado de locomotivas e material rolante gradualmente desgastado;
6- Na marinha a desproporção de forças se apresentava de forma abissal, pois mesmo que ao início do conflito a União e os Confederados não apresentassem um poder marítimo a ser considerado, o Sul sofria a desvantagem de não possuir um parque industrial capaz de fabricar motores marítimos, enquanto o Norte tinha dezenas desses estabelecimentos. O Sul Confederado teria que contentar-se com barcos corsários, os quais, apesar da desproporção de forças, iriam impor pesadas perdas à marinha mercante do Norte.
Nas palavras de Paul Kennedy, foi o uso combinado do transporte ferroviário e aquático que ajudou as ofensivas da União no teatro de operações do Oeste, sendo o poderio marítimo do Norte, vital para assegurar às suas forças armadas o controle dos grandes rios, em especial na região do Mississipi-Tennessee.
( Acima gravura representativa da Batalha de Gettysburg, ocorrida de 1 a 3 de julho de 1863. Foi a batalha com maior número de baixas na Guerra. Considerada, não sem polêmica, o ponto de inflexão da Guerra, pois nela é sustada a invasão do Norte pelo exército confederado do General Robert E. Lee.)
(...Continua)

A Guerra de Secessão (Parte III)



A Guerra de Secessão ( Parte III )

(...Continuação)

Afinal, ao capitalismo do Norte, dado que o abolicionismo militante por si só não era suficientemente forte para determinar a política da União, caberia ter achado, segundo Hobsbawm, qualquer que fossem os sentimentos privados dos homens de negócios, um meio de chegar a um bom termo com o Sul escravista e explorá-lo, ainda que houvessem sinais que as sociedades escravistas estivessem com os dias contados. Por sua vez, Paul Kennedy põe em evidência a pujança econômica norte-americana mesmo antes da Guerra Civil. Com efeito, o gigante econômico que havia se tornado os Estados Unidos, seria ocultado apenas, segundo Kennedy, por fatores como a distância da Europa, a concentração no desenvolvimento interno ( e não no comércio exterior), e a natureza acidentada do interior.
A verdade é que os EUA haviam, em 1860, superado a produção mundial de manufaturas da Alemanha e da Rússia, estando ainda na iminência de alcançar a França, embora estivesse bem atrás da produção britânica. Em breve, toda essa capacidade manufatureira iria ser canalizada contra o Sul, em uma luta fratricida que faria mais vítimas que a soma do total sofrido, já no século XX, pelas tropas norte-americanas nas duas Guerras Mundiais e na Coréia, com a agravante de ter sido suportada por uma população muito menor.
O que trouxe o Sul para uma situação de crise, defende Hobsbawm, foi um problema específico: a dificuldade de coexistência com um capitalismo dinâmico no Norte, e um dilúvio de migração para o Oeste. Nas palavras desse historiador, o Sul dos Estados Unidos era, à época, uma virtual semicolônia inglesa, região agrária não envolvida pela industrialização e com a qual o Norte não estava muito preocupado em termos puramente econômicos. As principais disputas seriam, seguindo essa linha de pensamento, políticas, o que equivaleria dizer que o Sul achava vantajoso o mercado livre, pois supria a maior parte do algodão que a indústria inglesa precisava, ao passo que o Norte encontrava-se comprometido há muito tempo com tarifas protecionistas, na salvaguarda dos interesses da sua indústria, porém incapaz de impô-las de forma adequada por causa dos interesses do Sul.
O Sul acabaria dessa forma, por se tornar um obstáculo ao Norte, ao prosseguir na sua política expansionista em direção do Oeste, pois a extensão formal da escravidão aos novos Territórios e Estados era crucial para o Sul, ao mesmo tempo que era irrelevante para o Oeste. De onde se autoriza a revestir, como pretende Paul Kennedy, de uma grande relevância o papel das lideranças envolvidas no conflito, sua disposição de lutar até o fim, convocando para isto, centenas de milhares de homens para uma guerra que ameaçava ser prolongada. Concorreram para tal prolongamento, as grandes distâncias existentes, com uma “frente” que ia do litoral da Virgínia até o Mississipi, e ainda mais para o Oeste, até o Missouri e Arkansas, em áreas de florestas, pântanos ou montanhas. Essas grandes distâncias também existiam no mar, pois para impor um bloqueio naval aos portos do Sul, as forças da União teriam de operar em uma área tão extensa quanto o litoral que vai de Hamburgo a Gênova. Para usarmos da expressão de Paul Kennedy, a guerra seria necessariamente de grande escala.
(Na imagem acima, uma ilustração do Plano Anaconda, de bloqueio econômico ao Sul)
(Continua...)

A Guerra de Secessão (Parte II)



A Guerra de Secessão ( Parte II )

(...Continuação)

Em seu clássico A Era do Capital, o historiador inglês Eric Hobsbawm acentuou, em relação à História Norte-Americana dois temas, no seu entendimento, profundos e eternos: o Oeste e a Guerra Civil, no que assinala, ter sido a abertura do Oeste, nomeadamente suas partes Sul e Central que vieram a precipitar o Conflito bélico.
Naquele momento então, coexistiam nos Estados Unidos da América duas sociedades: a representada pelos Estados do Norte, caracterizada por colonos livres, despontar do capital, migração européia e oportunidades em ascensão e a representada pelos Estados do Sul, basicamente uma sociedade agrária e escravista de exportadores de produtos primários, onde o algodão era o principal produto de exportação para os cotonifícios ingleses.
O ano de 1860 serviu como uma espécie de desfecho decisivo em termos de escolhas: Abraham Lincoln, republicano, fora eleito para a presidência dos Estados Unidos, derrotando Stephen A. Douglas, democrata nortista, Jhon C. Breckinridge (democrata sulista), e John Bell (unionista constitucional). Anos antes, em 1854, ocorrera um conflito entre os Estados de Kansas e Nebraska sobre a introdução do escravismo no centro do país, fato que viria a precipitar a formação do Partido Republicano.
A assunção de Lincoln à presidência dos Estados Unidos levaria à secessão dez Estados, que doravante seriam denominados Estados Confederados da América, onde participam inicialmente a Carolina do Sul, Geórgia, Alabama, Flórida, Mississipi, Louisiana; sendo que após o bombardeio do Forte Sunter, a Virgínia, a Carolina do Norte, o Tennessee e o Arkansas. De fora dessa Confederação ficavam alguns estados hesitantes: Maryland, West Virgínia, Kentucky, Missouri e Kansas.
Existe na historiografia uma disputa sem fim acerca da natureza e origens da Guerra Civil Norte-Americana, em uma discussão que se volta para a existência ou não de compatibilidade entre a sociedade escravista que havia no Sul dos EUA e o capitalismo dinâmico e expansivo do Norte. Para Eric Hobsbawm, a verdadeira questão seria saber porque essas sociedades contrastantes acabaram indo à guerra e ao desejo de secessão, ao invés de buscarem formas de coexistência.
(Continua...)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Mais uma aula de Noções de Direito: Do Controle de Constitucionalidade

Mais uma aula para aproveitar o feriadão: O controle difuso e o concentrado de constitucionalidade Aproveitemos para estudar...
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Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas

Damos continuidade ao Direito Constitucional: aula Defesa do Estado e das Instituições Democráticas . Essas aulas são realmente muito boas, e pretendo mantê-las como fonte segura para o uso dos nossos seguidores. Um abraço, bom feriado e, para aqueles que resolveram estudar, bom estudo!
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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Direito Constitucional. Direitos e Garantias Fundamentais: "Writs" Constitucionais e a Ação Popular.

Porque postamos aulas que se pode encontrar na "Rede" e baixar? Ora, a Internet dita veloz, "banda larga", assim como o PC próprio, infelizmente ainda não é uma realidade para todos, e uma das linhas-mestra do nosso Blog é democratizar o conhecimento... em todas as vertentes possíveis! Se explicado, segue mais uma excelente vídeo-aula de Direito Constitucional. Fiquemos todos com uma opção "on-line" para o horário de almoço, no computador dos nossos locais de trabalho.
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